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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

PROJECTO ECOBRIGADAS

Sessão informativa: 26 de Outubro 19h Ecoteca de Olhão


O objectivo desta iniciativa passa por sensibilizar todos os cidadãos para os três pilares da sustentabilidade numa habitação - Eficiência Energética, Energias Renováveis e Construção Sustentável.
Para o concretizar, o projecto realizará ainda, a par das sessões informativas e avaliações de potencial energético, sessões de esclarecimento em escolas.

O projecto Ecobrigadas da Quercus vai estar no distrito de Faro entre 26 e 30 de Outubro.


Todos os residentes do distrito de Faro que desejem participar na sessão informativa deverão fazer a inscrição prévia em http://ecocasa.pt/formulario_ecobrigadas.php. Estão ainda disponíveis para o efeito o e-mail ecobrigadas@quercusancn.pt e os números 213462210/931662881.
Visitas a famílias para avaliar potencial de poupança energética durante toda a semana. Iniciativas gratuitas (Contactos para informações 931662881 ou 213462210)
Quem quiser receber também uma visita da equipa EcoBrigadas em casa deve contactar a Quercus através do e-mail/números em cima, indicando neste caso o nome, morada, contacto móvel e disponibilidade. Serão depois seleccionadas as famílias que receberão um plano de eficiência energética para respectiva residência. Inscreva-se!

Aproveite esta oportunidade de ser uma EcoFamília!

Agradecemos a divulgação!


Projecto financiado por Islândia, Liechtenstein e Noruega através do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu.
Apoio: SAPA, Senso, Agência Portuguesa de Ambiente, Câmara Municipal de Portimão


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Ecoteca de Olhão
Chalé João Lúcio, Pinheiros de Marim 8700-225 Olhão
Tel. 289700940 FAX: 289700948
ecotecadeolhao@gmail.com

http://www.ecotecadeolhao.blogspot.com

Pedro Abrantes (NAMB)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

REA 2007 - PORTUGAL

Viemos agradecer o facto da APA - Agência Portuguesa do Ambiente que faz parte do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, na pessoa do Director-Geral António Gonçalves Henriques nos ter enviado a versão impressa do REA 2007 - Relatório do Estado do Ambiente para Portugal no ano de 2007. Informo também que apenas existem 500 exemplares em Portugal deste documento em questão.

No Relatório do Estado do Ambiente (REA) de 2007 são evidentes progressos em alguns domínios, enquanto noutros se verifica uma evolução menos favorável, onde os efeitos já são evidentes ou são expectáveis num horizonte próximo, determinando que as medidas para assegurar a sustentabilidade têm de ser adoptadas no curto prazo. (in REA 2007, António Henriques)

No futuro será imperativo e inevitável continuar a conceber políticas, delinear estratégias, desenvolver planos e investir em soluções integradas, coerentes e de longo prazo e avaliar continuamente o desempenho das políticas, estratégias e planos. O QREN para o horizonte 2007-2013 é sem dúvida uma das ferramentas fundamentais para o reforço do paradigma da sustentabilidade. No entanto, o sucesso das políticas, estratégias, instrumentos de planeamento e projectos só será efectiva se for acompanhada de alterações nos comportamentos de cada indivíduo em particular, e das sociedades globalmente, o que passa, necessariamente, pela consciência individual e colectiva de uma cidadania ambiental. (in REA 2007, António Henriques)


Por forma a divulgar este e outros REA's de anos anteriores deixamos aqui os links para quem queira consultar os documentos referidos:

http://www.apambiente.pt/divulgacao/Publicacoes/REA/Documents/REA07_06out09.pdf

http://www.apambiente.pt/divulgacao/Publicacoes/REA/Paginas/REA.aspx

Pedro Abrantes (NAMB)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Loulé: co-incineração de resíduos vegetais “sim” mas resíduos animais “não”

Depois de um processo inicial onde a Autarquia de Loulé disse “não” à co-incineração de quaisquer resíduos na fábrica de cimento da Cimpor, naquele concelho, a edilidade acabou por aprovar o projecto de queima de resíduos vegetais.


Ouvido pela Lusa, o presidente da Câmara de Loulé, Seruca Emídio, disse que foi aprovado exclusivamente o projecto de queima de biomassa vegetal, considerando que não se trata de queima de resíduos perigosos. Já o projecto de co-incineração de resíduos animais não foi aprovado.

No entanto o homem que representa as Câmaras de Setúbal, Sesimbra e Palmela nos processos contra a co-incineração no Outão, Castanheira Barros, reagiu à notícia com uma espécie de alerta, dando a entender que este poderá ser um caminho sem retorno.


“O problema é que a co-incineração dos resíduos banais é a porta de entrada para os resíduos perigosos. Este é o primeiro passo para a cimenteira vir a obter a licença de resíduos perigosos”, considerou o responsável.


Castanheira Barros fundamenta as declarações, diz que “se mais tarde a Cimpor solicitar à Agência Portuguesa do Ambiente licença para queima de resíduos perigosos, a Câmara Municipal de Loulé nada pode fazer para impedir”.

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91527

Imagens:

http://ww1.rtp.pt/noticias/images/articles/325723/CoIncineracao.jpg - Imagem de co-Incineração com uma fábrica como fundo

http://www.novaatitude.com.br/images/cimpor_05.jpg - Imagem de marca demonstrando a nova atitude da CIMPOR, fábrica de cimento

http://blogs.knoxnews.com/knx/munger/tscablog - Fotografia de fábrica de cimento que também possui a função de co-incineradora
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Pedro Abrantes (NAMB)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Tavira, Loulé e Silves - Linhas de Alta Tensão em consulta pública

Já está em consulta pública o Estudo de Impacto Ambiental para instalação das Linhas de Muito Alta Tensão e da Subestação de Tavira. São abrangidas 15 freguesias do Alentejo e Algarve.

Durante 38 dias úteis, de 12 de Fevereiro a 4 de Abril de o Resumo Não Técnico, do Estudo de impacto ambiental está em fase de consulta pública.

No Alentejo, serão abrangidas as freguesias de S. Barnabé, Almodôvar e Santa Cruz.

Já no Algarve Vaqueiros, Giões, Pereiro, Alcoutim e Martim Longo (Alcoutim), Odeleite (Castro Marim), Cachopo, Santa Maria e Santa Catarina de Fonte do Bispo (Tavira), Alte e Ameixial (Loulé) e São Bartolomeu de Messines (Silves) serão atravessadas pela infra-estrutura da REN - Redes Energéticas Nacionais que inclui uma nova interligação a Espanha.



O Observatório do Algarve publica em anexo o referido documento, que também poderá também ser consultado na Agência Portuguesa do Ambiente em Lisboa e na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e Alentejo.

No estudo, estão em análise, a construção da Subestação de Tavira, para a qual estão duas localizações em análise, ambas na freguesia de Cachopo, além do polémico troço Portimão-Tunes Norte que motivou manifestações dos moradores na Assembleia da República e para o qual foram decretadas medidas condicionantes e de minimização do impacto ambiental.


Há três linhas a instalar entre Tunes Norte-Subestação de Tavira e Tavira-Fronteira Espanhola, ambas a 400 kV, e a abertura da linha Tunes-Estoi para a Subestação de Tavira, a 150 kV.

A construção da Subestação de Tavira tem início previsto para Julho de 2008 e conclusão em Setembro de 2010, altura em que a REN prevê estar em funcionamento os novos troços.

A Participação Pública implica a consulta dos interessados e a audição das instituições da Administração Pública, cujas competências o justifiquem.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=20108

Imagens:

http://www.zeusdobrasil.com.br/site/img/produtos/g/16979.jpg - Fita de plástico Perigo Alta Tensão

http://ltodi.est.ips.pt/powereng/Images/REN_Cx_rgb.jpg - Logótipo da REN – Rede Eléctrica Nacional


http://img.olhares.com/data/big/127/1275656.jpg - Fotografia de Senhora a tapar os ouvidos
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Pedro Abrantes (NAMB)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Aterro Sanitário do Barlavento já só tem 20% de capacidade disponível mas Governo garante que não há ruptura de aterros de lixo

Um terço dos aterros de lixo doméstico tem 80 por cento da capacidade esgotada, porque Portugal continua a enviar a maioria destes resíduos para aquelas estruturas, revelam dados da Agência Portuguesa de Ambiente (APA).


Dos 34 aterros em funcionamento em finais do ano passado, onze estavam quase no limite de capacidade para receber resíduos, tendo um - o de Guimarães - sido entretanto encerrado por já não poder receber mais lixo.

"Não prevemos problemas de maior no futuro. Estão em curso ampliações ou outras soluções para os aterros cuja capacidade está próxima do limite", afirmou a subdirectora da APA, Luísa Pinheiro, em declarações à Lusa.

No caso de Guimarães, o lixo começou este ano a ser encaminhado para o aterro de Santo Tirso, que sofreu entretanto obras de ampliação e aguarda vistoria, estando também prevista a construção de um novo aterro em Fafe.

No final do ano passado estavam também com pelo menos 80 por cento da capacidade esgotada os aterros de Braga (em ampliação), de Lousada e de Penafiel (optimizados para prolongar a sua vida útil), de Gaia (em ampliação), Leiria (com licença de exploração para novo aterro), Figueira da Foz (ampliação), Vila Real, Vila Franca de Xira e Portimão (estes três ainda com 20 por cento de capacidade disponível).




Dos 34 aterros que existiam em finais do ano passado, apenas um (Avis) tinha ainda 90 cento de capacidade disponível, todos os restantes tinham apenas 30 por cento ou menos disponível.

Um dos factores que tem levado ao esgotamento de capacidade dos aterros é o facto de a maioria dos resíduos sólidos urbanos (lixo doméstico) continuar a ser encaminhado para este destino, embora em alguns sistemas já se faça tratamento dos restos de comida, reciclagem de papel e cartão, incineração ou outras formas de tratamento ou eliminação.

A última monitorização da APA e do Instituto Regulador das Águas e Resíduos (IRAR) aos objectivos traçados no Plano Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) revela que em 2007 Portugal continuou a não cumprir as metas do plano.

A monitorização ao PERSU, embora ainda provisória por falta de validação do ministério do Ambiente, revela ter sido produzido mais lixo em 2007 e terem sido encaminhados mais resíduos para aterro do que os objectivos traçados no plano estratégico (PERSU).

O PERSU previa uma produção de resíduos no ano passado que não devia exceder as 4,929 milhões de toneladas de lixo doméstico, e que assentava num projecto de redução de resíduos na produção, mas o país acabou por gerar 5,007 milhões, segundo aquela monitorização, a que a Lusa teve acesso.

O mesmo se passou com o envio deste lixo para aterros. O objectivo era encaminhar para aterro 2,747 milhões de toneladas resíduos, mas no final do ano verificou-se que foram depositadas naquelas estruturas 3,150 milhões de toneladas.




“Verificou-se um desvio face ao objectivo, nomeadamente pela utilização abaixo da capacidade instalada das infra-estruturas de incineração e valorização orgânica, bem como uma produção total de resíduos superior ao previsto para 2007", explica Luísa Pinheiro.

Mais de 60 por cento do lixo doméstico produzido no ano passado foi encaminhado para aterro, um dado que pode comprometer as metas nacionais que Portugal está obrigado a cumprir no seio das suas obrigações como estado membro da União Europeia.

Estas metas - que resultam da transposição da directiva aterros - impõem que Portugal consiga em 2009 colocar em aterro apenas 1,126 milhões de toneladas de lixo (metade da quantidade de resíduos que produzia em 1995) e em 2016 apenas 788 mil (35 por cento da produção de 1995).

"Temos vários projectos, que ainda não estão a funcionar em pleno, que vão fomentar outros destinos para os resíduos urbanos, que não o aterro, e também diminuir a produção de resíduos em Portugal", afirma Luísa Pinheiro, mostrando-se convicta de que Portugal vai cumprir os compromissos comunitários.

Fonte: Lusa






Governo garante que não há ruptura de aterros de lixo

O Ministério do Ambiente garantiu hoje que não há nenhuma situação de ruptura de aterros de lixo doméstico em Portugal e assegurou que o país vai cumprir as metas comunitárias de redução de resíduos.


Dados da Agência Portuguesa de Ambiente (APA) revelam que um terço dos aterros de lixo doméstico tem 80 por cento da capacidade esgotada, porque Portugal continua a enviar a maioria destes resíduos para aquelas estruturas.

«Em todos os casos em que a capacidade [dos aterros] se encontra perto do final está em curso a ampliação ou [uma] alternativa. Não há nenhuma situação que conheçamos de ruptura iminente e mesmo não iminente», disse à agência Lusa o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.

O governante garantiu também que as metas comunitárias para a redução de resíduos «não estão em causa», apesar de reconhecer que poderá haver alguns atrasos nas metas do plano estratégico nacional estabelecido em 2007.

Esse incumprimento das metas nacionais «não põe em causa que as metas não sejam atingidas», sublinhou.

Quanto à situação dos aterros, Humberto Rosa referiu que os sistemas «estão em condições de continuar a assegurar um tratamento e destino adequado aos resíduos».



O secretário de Estado disse está a ser construída uma alternativa para os aterros cuja capacidade está próxima do fim, «seja através da expansão, seja através de uma nova célula ou de novas vias de tratamento, como centrais de valorização orgânica e unidades de tratamento mecânico e biológico».

As novas vias de tratamento visam «extrair» o valor dos resíduos, explicou o governante, adiantando que a matéria orgânica pode dar origem a biogás e a fertilizante.

O secretário de Estado disse também que estão a ser construídas quatro centrais de valorização orgânica, estando previstas mais 11 até 2011.


Fonte: Diário Digital / Lusa

Colocado por: Manuel Luís - director@algarvepress.net

Fonte: Algarve Press

URL: http://www.algarvepress.net/conteudo.php?menu=-1&cat=Regional&scat=Ambiente&id=2768
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Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

FARO: Aeroporto vai crescer

Aerogare vai melhorar aproximação e aterragem de aviões e ampliar plataformas de estacionamento. Impacte ambiental está em consulta pública.



O novo projecto do Aeroporto de Faro tem como ambição melhorar o acolhimento dos 6,7 milhões de passageiros previstos para 2011 e dos 8,5 milhões esperados para o ano de 2020, com uma capacidade de resposta para 30 aeronaves por hora.

Em 2007, o volume de passageiros no Aeroporto Internacional de Faro foi de 5,4 milhões.



O projecto da empresa ANA - Aeroportos de Portugal, cuja entidade licenciadora é o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, prevê a construção de caminhos de circulação de aeronaves e duas saídas rápidas de pista
A ampliação e remodelação da aerogare para a tornar mais moderna e capaz de receber os passageiros e a colocação de uma linha de luzes com um espaçamento definido na pista 10 para facilitar a aproximação dos aviões também fazem parte do projecto.



No resumo não técnico do projecto a que a Agência Lusa teve acesso, é indicado que as obras de remodelação abrangem a freguesia de Montenegro (Faro) e a de Almancil (Loulé) e que devem decorrer entre "Abril de 2009 e Julho de 2012".

O Estudo do Impacte Ambiental do projecto decorreu entre Setembro de 2006 e Fevereiro de 2007 e está em consulta pública até terça-feira, dia 28, na Câmara Municipal de Faro, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR) e na Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em Lisboa.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=25655

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Pedro Abrantes (NAMB)


domingo, 1 de junho de 2008

Previsão da qualidade do ar disponível on-line

"A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) apresentou, em Lisboa, o novo instrumento de Previsão do Índice da Qualidade do Ar, que vai permitir aos portugueses conhecerem previamente o estado do ar que se respira.

O novo instrumento vai permitir «alertar preventivamente» sobre a concentração de poluentes na atmosfera e a adopção de «comportamentos adequados» pela população e grupos de risco, nomeadamente, crianças, idosos e doentes respiratórios.

A previsão da qualidade do ar para o dia seguinte abrange os distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Faro, Lisboa, Porto e Setúbal, disponibilizando toda os dados às «18:00 horas de cada dia da semana e às 20:00 horas nos fins-de-semana e feriados, explicou Filomena Boavida, da APA.


A Previsão do Índice da Qualidade do Ar qualifica a qualidade do mesmo em cinco classes, classificando-as como, Muito Bom; Bom; Médio; Fraco e Mau, sendo determinada para cada zona ou aglomeração em Portugal e ser determinada numa previsão com recurso a modelos desenvolvidos para cada poluente em cada das 73 estações fixas de medição do ar no país.

O subdirector-geral da Saúde, José Robalo, louvou a iniciativa, uma vez que «não é depois de estar a respirar um ar com excesso de poluentes que se vai conseguir prevenir a população ou transmitir recomendações, como acontecia até agora», cita o Jornal de Notícias.

Contudo, o responsável não deixa de lamentar que a informação sobre a previsão do estado do ar «só esteja disponível às 18:00 horas» de cada dia de semana, alegando que uma disponibilização mais ágil «permitiria uma melhor e maior divulgação» dos alertas e recomendações.

A informação será fornecida gratuitamente aos meios de comunicação social e autoridades interessadas via e-mail, no portal da Agência Portuguesa do Ambiente e no site
http://www.prevqualar.org/jsp/pt/previsao_cidades.jsp, em tempo útil e tendo em vista a sua difusão."

Fonte: Jornal de Notícias