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sábado, 6 de junho de 2009

Ciências do mar celebram os oceanos

Durante os meses de Maio e Junho assinalam-se o Dia Europeu do Mar (20 de Maio) e o Dia Mundial dos Oceanos (8 de Junho).



Para assinalar as datas, a direcção de curso de Ciências do Mar, em colaboração com vários docentes da UAlg e outras instituições, preparou um programa de actividades destinadas à celebração do oceano e à promoção do curso de Ciências do Mar da Universidade do Algarve. O programa apresenta um conjunto de actividades de carácter lúdico e científico, que visam proporcionar, através da observação in loco, a abordagem de vários domínios ligados à temática do mar e dos oceanos.

Dia 8 de Junho (Largo da Pontinha 09h30) Peddy Paper subordinado ao tema “Conhecer e Sobreviver a um Tsunami”. Actividade destinada aos alunos do 3º ciclo do ensino básico da cidade de Faro, concebida pelos docentes do curso de ciências do mar e realizada em colaboração com o Centro de Ciência Viva do Algarve.



Dia 17 de Junho (Praia de Faro, junto à Estalagem Aeromar | 16h00) Passeio na Ria Formosa, alusivo ao estudo de diferentes ambientes intermareais. Durante o passeio pretende-se identificar diferentes ambientes dinâmico-sedimentares e níveis críticos da maré nos sedimentos, bem como diferentes tipos de reacções químicas associadas à oxidação da matéria orgânica, sob a orientação dos docentes Duarte Duarte e Alexandra Cravo.



Fonte: Assembleia Magna da Associação Académica da Universidade do Algarve

http://amagna09.blogspot.com/2009/05/ciencias-do-mar-celebram-os-oceanos.html

Imagens:

http://oceanworld.tamu.edu/students/coral/images/coral_polyp_1.jpg - Fotografia de Coral do fundo do mar

http://www.youtube.com/watch?v=AlPqL7IUT6M – Vídeo de uma onda gigante

http://www.scientificillustrator.com/art/fish/coral-reef-labeled.jpg - Pintura de zona intermareal
Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Litoral ainda não é encarado como um recurso marinho

O litoral ainda não é encarado em Portugal como um recurso marinho e por isso ainda se aposta pouco na gestão costeira.


A teoria é de Alveirinho Dias, um dos fundadores do curso de Ciências do Mar da Universidade do Algarve.

O docente e especialista em erosão costeira, defendeu, em declarações à Lusa, uma aposta com mais intensidade nesta matéria, até porque a área portuguesa submersa é "muito superior à emersa".

"Em Portugal não há a percepção ainda que o litoral é um recurso marinho", afirma um dos fundadores do antigo curso de Oceanografia, convertido em Ciências do Mar, o primeiro do género a surgir numa universidade pública portuguesa.

Na data em que se assinala o "Dia do Mar", a agência Lusa falou com investigadores e alunos do curso, no sentido de perceber qual o contributo da Universidade do Algarve para o desenvolvimento do conhecimento nesta área.

O curso, descrito por Alveirinho Dias como sendo "de banda larga", existe há cerca de dez anos e visa formar os alunos em todas as vertentes que compõem o oceano, integradas em áreas como a Física, Química e Geologia.


Uma das suas principais características é envolver os alunos, desde cedo, em projectos de investigação, levando-os para o terreno para que possam contactar com a realidade dos investigadores.

Pedro Alcântara, 23 anos, estudante do segundo ciclo (mestrado) do curso de Ciências do Mar, confirmou à Lusa o carácter prático do curso, de extrema importância para o futuro profissional dos alunos.

Para o aluno, natural de Sintra, a área do mar constitui cada vez mais uma aposta estratégica a nível nacional, sobretudo numa região com as características do Algarve, com uma vasta extensão de costa.

A directora do curso, Conceição Neves, sublinha, por seu turno, a interdisciplinaridade do curso, em parte fruto do facto das vertentes que o compõem estarem integradas no mesmo departamento e centro de investigação.


Lembrando as especificidades da região - sobretudo devido à existência da Ria Formosa e dos Estuários dos rios Arade e Guadiana -, a docente frisou que esta é a região por excelência no que respeita ao estudo do mar.

Alveirinho Dias corrobora a importância dos estudos nesta área e lembra que a criação do curso visou desde logo formar peritos nos assuntos do mar, que estejam habilitados a fazer investigação e perceber os processos marinhos.

"Toda a investigação e conhecimento que se possa fazer nessa matéria tem uma relevância muito elevada para o país", sublinha o docente, lamentando, contudo, que ainda se aposte pouco na vertente da gestão costeira.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=26044

Imagens:

http://www.hawaiianphotos.net/images/S-01%20Coastal%20Dreams%20Web-LG.jpg – Fotografia de uma praia rochosa

http://w3.ualg.pt/~jdias/JAD/images/AD2.jpg - Fotografia do Sr. Prof. Dr. Alveirinho Dias da UAlg

http://gavetadeinternet.net/wp-content/uploads/2008/08/marine-aquarium-26.jpg - Imagem de aquário com peixes e recifes

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Pedro Abrantes (NAMB)