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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O HYPERCLUSTER DA ECONOMIA DO ECONOMIA DO MAR

O HYPERCLUSTER DA ECONOMIA DO ECONOMIA DO MAR - Um Domínio de Potencial Desenvolvimento da Economia Portuguesa

Disponível gratuitamente em:
http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?module=Files/FileDescription&ID=4105&lang=PT


Empresa que elaborou o estudo

http://www.saer.pt/up/UPLOAD-bin2_imagem_0955656001242642284-657.pdf

Como no da Associação Comercial de Lisboa que encomendou o estudo
http://www.port-chambers.com/Files/Documents/Hypercluster%20da%20Economia%20do%20Mar.pdf

em ambos sem publicidade ou obrigatoriedade de registo.

E também pode ser comprado em livro

http://www.port-chambers.com/CmsPage.aspx?Pageindex=389


Pedro Abrantes (NAMB)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

REA 2007 - PORTUGAL

Viemos agradecer o facto da APA - Agência Portuguesa do Ambiente que faz parte do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, na pessoa do Director-Geral António Gonçalves Henriques nos ter enviado a versão impressa do REA 2007 - Relatório do Estado do Ambiente para Portugal no ano de 2007. Informo também que apenas existem 500 exemplares em Portugal deste documento em questão.

No Relatório do Estado do Ambiente (REA) de 2007 são evidentes progressos em alguns domínios, enquanto noutros se verifica uma evolução menos favorável, onde os efeitos já são evidentes ou são expectáveis num horizonte próximo, determinando que as medidas para assegurar a sustentabilidade têm de ser adoptadas no curto prazo. (in REA 2007, António Henriques)

No futuro será imperativo e inevitável continuar a conceber políticas, delinear estratégias, desenvolver planos e investir em soluções integradas, coerentes e de longo prazo e avaliar continuamente o desempenho das políticas, estratégias e planos. O QREN para o horizonte 2007-2013 é sem dúvida uma das ferramentas fundamentais para o reforço do paradigma da sustentabilidade. No entanto, o sucesso das políticas, estratégias, instrumentos de planeamento e projectos só será efectiva se for acompanhada de alterações nos comportamentos de cada indivíduo em particular, e das sociedades globalmente, o que passa, necessariamente, pela consciência individual e colectiva de uma cidadania ambiental. (in REA 2007, António Henriques)


Por forma a divulgar este e outros REA's de anos anteriores deixamos aqui os links para quem queira consultar os documentos referidos:

http://www.apambiente.pt/divulgacao/Publicacoes/REA/Documents/REA07_06out09.pdf

http://www.apambiente.pt/divulgacao/Publicacoes/REA/Paginas/REA.aspx

Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 2 de maio de 2009

Inquérito do Projecto eMPOWER da LPN

Se ainda não preencheu este inquérito, apenas disponível até 04 de Maio, por favor faça-o e divulgue! 



A LPN agradece a sua colaboração!

Colabore com a LPN no preenchimento de um breve inquérito (5 minutos) que tem por objectivo avaliar a sua receptividade e experiência em processos de participação pública.  

O Projecto eMPOWER, um projecto europeu com a LPN e Agência LUSA como parceiros portugueses, entrou numa nova fase. 

A partir de agora o site do projecto encontra-se em funcionamento em http://www.ep-empower.eu.

Basta clicar em “survey”, seleccionar um idioma e preencher. 



O Projecto eMPOWER – “Capacitar cidadãos para influenciar a tomada de decisão e a formulação de políticas em matérias ambientais” é um projecto de eParticipação co-financiado pela Comissão Europeia no âmbito do programa eParticipation 2008/1[1]( Information Society and Media Directorate-General).

Este projecto tem como principal objectivo motivar e fortalecer o envolvimento de ONG e dos cidadãos nos processos de tomada de decisão em questões ligadas ao ambiente a nível nacional (no caso, Portugal, Itália e Grécia) e europeu, desenvolvendo métodos e ferramentas que ajudem a sociedade civil a participar em iniciativas públicas relevantes que apresentem as suas preocupações e exigências, potenciando o papel das agências noticiosas nacionais na promoção e apoio de iniciativas relevantes, assegurando uma divulgação alargada dos resultados do projecto.

LPN agradece a sua participação e divulgação!

Fonte: LPN – Liga da Protecção da Natureza

http://www.lpn.pt

Imagens:

http://www.lpn.pt – Logótipo da eMPOWER

http://www.ep-empower.eu – Banner da eMPOWER

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Pedro Abrantes (NAMB)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Isenção fiscal para bicicletas!

O Governo já aprovou sete benefícios fiscais a favor da compra de veículos eléctricos sob o pretexto da sustentabilidade. 



A compra de bicicletas não está incluída, apesar de ser o veículo energeticamente mais eficiente que existe, e mais rápido do que o carro em muitos circuitos urbanos.

Portugal emprega 10.000 pessoas na produção de bicicletas, 80% são exportadas o que faz de nós o 2º maior fabricante da Europa, e somos os que menos as utilizam...



Os empregos da indústria automóvel estão a ser relocalizados para outros países e mas continuamos a subsidiar estas multinacionais. A compra de carros novos está em queda mas a maioria das pessoas está aberta a novos modos de se deslocarem.

Esta petição precisa de 5000 assinaturas para que a isenção fiscal seja discutida na Assembleia:

http://www.petitiononline.com/IRSBICIC/petition.html



Pensem, avaliem e assinem se for o vosso desejo…

Fonte: Montanha

http://montanha.org/forum/viewtopic.php?f=10&t=106#p635

http://ecoglady.designar.org

Imagens:

http://www.travelizmo.com/archives/revo-power-wheel-gas-powered-bicycle-1.JPG - Fotografia de bicicleta vermelha radical movida a Gás

http://wwwdelivery.superstock.com/WI/223/1606/PreviewComp/SuperStock_1606-70036.jpg - Fotografia de vários bonecos ciclistas com t-shirts coloridas

http://www.graphpaper.com/wp/wp-content/uploads/2006/05/bmwbike.jpg - Imagem de um protótipo de uma bicicleta da BMW

Pedro Abrantes (NAMB)

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Prémio Inovação VALORPNEU para Univeritários!

O Prémio Inovação Valorpneu é dirigido a alunos universitários ao nível da licenciatura, mestrado e doutoramento e pretende distinguir soluções inovadoras na área dos pneus usados em Portugal.

Os candidatos podem estar ligados às áreas de engenharia, design ou arquitectura, tendo o primeiro prémio o valor de 7500 euros e um estágio remunerado na Valorpneu e havendo ainda duas menções honrosas no valor de 2500 euros. 


Para esclarecimentos adicionais, é possível consultar o regulamento em www.valorpneu.pt ou ainda contactar Lúcia Barão (email: luciabarao@3drivers.pt e tel: 91 441 53 66) ou Paulo Ribeiro (email: pribeiro@3drivers.pt e tel: 91 603 88 52).

Consulta o regulamento

Ficha de Candidatura

Fonte: Valorpneu

http://www.valorpneu.pt

Imagens:

http://www.valorpneu.pt – Poster do Prémio Inovação VALORPNEU

http://s3.amazonaws.com/curbly_uploads_production/photos/0000/0004/7022/Tire-Swing-Horses-350px_medium.jpg - Fotografia demonstrando um exemplo do que poderá ser feito aproveitando pneus usados
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Pedro Abrantes (NAMB)

domingo, 22 de março de 2009

Microalgas que põem carros a andar

Investigadores da Universidade de Coimbra identificaram seis microalgas com elevada capacidade para produção de biodiesel.



As microalgas identificadas pelos investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) têm a vantagem de ser alimentadas com o dióxido de carbono (CO2) emitido pelas unidades industriais e foram seleccionadas entre as cerca de quatro mil estirpes existentes na Algoteca da Universidade.

O estudo foi iniciado em Março de 2008 e permitiu analisar de forma mais aprofundada uma estirpe com “grande potencial para ser cultivada à escala industrial”, anunciou a FCTUC.

Os cientistas recorreram a um bio-reactor, equipamento que desenvolveram para fornecer as condições óptimas ao rápido crescimento das microalgas. 



Nos próximos meses serão testadas as outras cinco estirpes seleccionadas no projecto, objecto de uma candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), que prevê uma instalação piloto, para permitir a passagem do estudo laboratorial à escala industrial, disse à Lusa Lilia Santos, coordenadora da investigação.

Na opinião da docente universitária, trata-se de uma “excelente oportunidade económica” para Portugal, até porque as microalgas podem ser cultivadas “em solos inadequados para a agricultura”.

Até agora, a produção de biodiesel tem sido feita com óleos vegetais tradicionais, mas, sublinhou a investigadora da FCTUC, “estudos recentes mostram que, para se atingir quantidades suficientes para a comercialização, é necessário recorrer a práticas agrícolas intensivas insustentáveis”.



“A utilização de microalgas para a produção de biodiesel é extremamente importante como alternativa ao cultivo de oleaginosas tradicionais”, disse. 

Lilia Santos explica que as microalgas “não só crescem muito mais rapidamente (em relação às tradicionais oleaginosas) e permitem uma produção mais elevada de biodiesel, mas têm também a vantagem de serem usadas para a sequestração do CO2 emitido pelas unidades industriais”.

“Seria extremamente importante criarem-se pequenos cultivos de microalgas em zonas agrícolas próximas de unidades industriais”, como forma de limpar a poluição emitida para a atmosfera, sublinhou.



As microalgas fazem, no seu crescimento, uma sequestração natural do CO2”, referiu, realçando a contribuição que estas poderão ter no cumprimento das metas de emissão de gases com efeito de estufa a que Portugal está obrigado.

Actualmente, disse, “a tendência europeia é conjugar as unidades industriais com o cultivo de microalgas, seja em sistemas fechados ou em tanques abertos”.

O cultivo de microalgas junto de estações de tratamento de esgotos é outra das possibilidades apontadas pela investigadora.



Por outro lado, a biomassa resultante do cultivo das microalgas que não for utilizada na produção de biodiesel poderá ser aproveitada para outras aplicações, nomeadamente na indústria alimentar ou farmacêutica.

Fontes: Observatório do Algarve 

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=26861

Imagens:

http://wallpapers.dpics.org/wallpapers/17/Bugatti_Veyron_16-4_Supercar.jpg - Fotografia dum Bugatti Veyron, que em nada terá que ver com Biodiesel, ou algas, apenas estética

http://cisbc.info/activities/PublishingImages/algae-2.jpg - Fotografia microscópica de microalgas

http://polizeros.com/wp-content/uploads/2008/06/ethanol-factory.jpg - Imagem de esquema de fotossíntese da microalgas quando sujeitas a radiação solar

http://www.eq.uc.pt/~pcampos3/equacoes/FCTUC.gif - Logótipo da FCTUC - Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra

http://krisdedecker.typepad.com/photos/uncategorized/2008/04/04/solix_bioreactor.jpg - Imagem 3D de uma fábrica de produção de Microalgas em larga escala no deserto
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Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 21 de março de 2009

Desassoreamento do Guadiana aprovado

O “ANDALBAGUA”, projecto de navegabilidade e desassoreamento do Guadiana de 3 milhões de euros é um dos 12 aprovados pelo FEDER à cooperação transfronteiriça Algarve-Alentejo-Andaluzia. 



O Comité de Gestão do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha / Portugal (POCTEP) aprovou em 28 de Janeiro de 2009, em Badajoz, as 12 candidaturas que serão co-financiadas em 75%, sendo o maior investimento, de cerca de 3 milhões de euros, dirigido ao projecto do rio Guadiana. 

Candidaturas no sector da saúde, desporto e turismo

Entre outras áreas, foram também aprovadas candidaturas que visam projectos de cooperação na área da saúde, permitindo assim que portugueses e espanhóis possam usufruir de cuidados médicos num ou noutro país na zona de fronteira. 



Inovação e promoção de pequenas iniciativas empresariais, na área do turismo, cultura e desporto, como a promoção desportiva no Baixo Guadiana, através do projecto “BG DESPORTO – Jogos do Baixo Guadiana”, foram igualmente aceites pelo comité de gestão de Cooperação Transfronteiriça.

No total, segundo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, entidade com assento no Comité, os 12 projectos aprovados no território do Algarve-Alentejo-Andaluzia representam cerca de 15 milhões de euros. 



Para Portugal e Espanha o número total de projectos aprovados pelo Comité de Gestão foi de 81 representando uma ajuda FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) de 129,5 milhões de euros.

Recorde-se que o POCTEP 2007-2013, aprovado por decisão da Comissão Europeia em Outubro de 2007, visa promover o desenvolvimento das zonas fronteiriças de ambos os países Portugal e Espanha, dando continuidade ao Programa INTERREG.



Fontes: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=27419

Imagens:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnV8P1C-tiz9aBsUzuIqpH6pdLkH52wYmc0B5mYfy2LYH4kICPKL_uvYFzkELPwN8Dddazp3iH60Wfmo_L_qbbX7lC6s00YqJtf1qMocQDJ6gAfxxBzoYQ78uD5PYkTBk2Rt2AaFDvsKT8/s320/05.Como+Chegar+a+Vila+Real+de+Santo+António.jpg – Imagem do Google Earth do Algarve, a assinalar a cidade de Vila Real de Santo António

https://www.apdl.pt/fotos/gca/1131118226dragagens_.jpg - Fotografia de barco a fazer Dragagens, desassoreamento

http://galerias.escritacomluz.com/jcd/albums/album29/aak.jpg - Fotografia do Ria Guadiana, a mostrar a ponte sobre o Rio que liga Portugal a Espanha

http://www.maretec.mohid.com/Estuarios/MenusEstuarios/Descrição/Figuras/Guadiana1.gif - Imagem a 2D do Rio Guadiana e zona do estuário, mostrando as diferente profundidades do fundo

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Pedro Abrantes (NAMB)

sexta-feira, 20 de março de 2009

MIT Portugal aceita candidaturas para o ano lectivo de 2009-2010

Termina no dia 31 de Março o prazo para apresentar candidaturas aos cursos de mestrado oferecidos pelo Programa MIT Portugal para o próximo ano lectivo. As candidaturas a cursos de pós-graduação podem ser enviadas até 15 de Junho.



O Programa MIT Portugal abrange quatro grandes áreas do conhecimento: sistemas de bioengenharia (curso de pós-graduação e curso de doutoramento), engenharia de concepção de sistemas avançados de produção (curso de pós-graduação Technology Management Enterprise e curso de doutoramento Leaders for Technical Industries), sistemas de energias sustentáveis (curso de formação de executivos e curso de doutoramento) e sistemas de transportes (curso de mestrado e curso de doutoramento).



O Programa MIT Portugal é uma parceria internacional entre o MIT (EUA), diversas instituições do sistema científico e tecnológico Português e a indústria, com o objectivo de desenvolver investigação e educação de excelência na área emergente dos sistemas de engenharia.



Datas limite para apresentação de candidaturas: 
- Doutoramento: inscrições até ao dia 28 de Fevereiro de 2009; 
- Mestrado: inscrições até ao dia 31 de Março de 2009; 
- Cursos de pós-graduação: inscrições até ao dia 15 de Junho de 2009. 

Toda a informação sobre os programas educacionais do Programa MIT Portugal estão disponíveis em www.mitportugal.org ou podem ser solicitadas através do e-mail apply@mitportugal.org ou do telefone 218 419 841.


http://1.bp.blogspot.com/_vHfhEO08cCE/SSbIfvreybI/AAAAAAAAOX8/vrVOzxiS6J4/s400/MIT+PORTUGAL+-+LOGO+COMPOSTO.jpg – Logótipo das parcerias entre o MIT e Portugal

http://www.fabricadefabricas.com/Images/vehiclesdesign/mit-vehicle-red.jpg - Imagem 3D de um carro eléctrico desenvolvido pelo MIT

http://web.mit.edu/aeroastro/www/people/landis/mit-small.jpg - Fotografia do edifício do MIT nos Estados Unidos da América
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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 17 de março de 2009

Apagão ambiental no dia 28

742 cidades juntam-se à iniciativa a nível mundial



Cristo-Rei, Ponte 25 de Abril e Castelo de São Jorge vão ficar às escuras durante uma hora no próximo dia 28, numa iniciativa ambiental que junta centenas de cidades de todo o mundo, revelou hoje a organização WWF.

"Esta é a primeira vez que Portugal, através da cidade de Lisboa, se une ao apelo mundial lançado pela WWF para apagar as luzes pela Hora do Planeta", explicou à Lusa Ângela Morgado do WWF Portugal, um fundo mundial para a conservação da natureza.



Lisboa vai ser uma das 742 cidades do Mundo, "de uma ponta à outra do Globo" de 75 países, a aderir ao apelo que começou há três anos na cidade australiana de Sidney e que no ano seguinte se alargou a 371 cidades de todo o Planeta.

"É muito bom que Lisboa faça parte dessa lista. No ano passado alguns portugueses aderiram e desligaram as luzes, mas a título individual. Este ano a Câmara de Lisboa também aderiu, o que é fantástico", comentou Ângela Morgado.

O município de Lisboa, através de fonte do gabinete do presidente da Câmara, disse à Lusa não estar ainda decidida a totalidade de locais da cidade que vão apagar as luzes por uma hora no dia 28 deste mês, mas a WWF confirma já alguns desses locais.



"Entre as 20:30 e as 21:30, da noite de 28 de Março, o Cristo-Rei, assim como a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão das Descobertas, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho e o Museu da Electricidade vão ficar apenas iluminados pela luz das estrelas", refere a WWF.

O Centro Cultural de Belém (CCB) assinala também a Hora do Planeta, mas desligando as luzes apenas por 15 minutos por causa de um espectáculo já agendado.



"Esperamos este ano envolver cerca de mil milhões de pessoas de mil cidades de todo o mundo", disse Ângela Morgado.

Fontes: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=27990

Imagens:

http://denuncianimal.files.wordpress.com/2008/02/lampb-copy.jpg - Imagem 3D de Lâmpada de desligar-se da tomada eléctrica a fim de poupar electricidade

http://www.traveladventures.org/continents/europe/images/castelosaojorge01.jpg - Fotografia do Castelo de São Jorge em Lisboa

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=336669 – Fotografia de botão de ligar/desligar

http://catedral.no.sapo.pt/catII-fotos/torre-belem-1.jpg - Fotografia nocturna da Torre de Belém
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Pedro Abrantes (NAMB)

quarta-feira, 4 de março de 2009

ALGAR certifica todos os serviços

A ALGAR obteve a certificação do Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente (SIGQA) que abrange todos os serviços da empresa a funcionar na região algarvia. Trata-se de um selo de qualidade que reconhece as técnicas utilizadas para preservar o ambiente. 


A entrega da certificação teve lugar esta segunda-feira numa cerimónia que decorreu na Estação de Transferência da Faro/Loulé/Olhão, e foi testemunhada por várias entidades públicas. 

A Algar, empresa responsável pela valorização e tratamento de resíduos sólidos em toda a região, iniciou este processo de certificação em Março de 2007. A certificação foi emitida e entregue pela APCER - Associação Portuguesa de Certificação. 


O processo torna a ALGAR uma das primeiras empresas em Portugal a adquirir a certificação integrada do SIGQA para todas as unidades administrativas e de suporte, bem como as unidades operacionais: dois aterros sanitários, oito estações de transferência e 13 ecocentros. 

Igualmente certificadas estão as duas unidades de triagem, bem como as duas unidades de compostagem de verdes e a unidade de biogás, existentes no Algarve. 


Na cerimónia de entrega da certificação, o administrador delegado da ALGAR, Hélio Barros, falou dos vários projectos da empresa para 2009, nos quais se destaca a transformação de óleos usados em biodiesel.

Fontes: Região Sul 

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91104

Imagens:

http://www.algar.com.pt/ - Logótipo da ALGAR 

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91104 – Fotografia da ALGAR a receber a sua certificação do Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente (SIGQA)

http://quatic2007.dsi.uminho.pt/images/APCER%20Lettering%20Cores.jpg – Logótipo da APCER – Associação Portuguesa de Certificação
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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Refúgio Aboim Ascensão assina protocolo energético

O Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, assinou em Maio um protocolo com a BP Portugal que irá permitir à instituição usufruir de combustíveis durante os próximos dois anos. 

Gás, gasolina e gasóleo, num valor equivalente a 32.780 euros/ano, são os bens abrangidos pelo protocolo assinado hoje, nas instalações do Refúgio Aboim Ascensão, entre Luís Villas-Boas, director executivo desta Instituição, e António Comprido, presidente do Conselho de Administração da BP Portugal.

Segundo a empresa energética, trata-se de “um compromisso inédito e configura um novo tipo de ajuda, uma vez que o apoio é partilhado em igual valor pela BP e pela sua rede de revenda”. 

O protocolo, que consiste num contributo que a rede de revenda da BP da região algarvia e a própria BP Portugal vão prestar ao Refúgio Aboim Ascensão, vigora durante um período de dois anos. 

Ao nível dos combustíveis líquidos, a mecânica do apoio envolve a maioria dos postos de abastecimento da rede do Algarve, sendo que cada um dos Postos comparticipa com mil euros/ano e a BP Portugal, como empresa distribuidora, apoia com igual valor, duplicando o apoio local.

No que diz respeito ao Gás, a BP Portugal entrega ao Refúgio o valor de 5.780 euros, que permitirá à Instituição adquirir as garrafas de gás no revendedor BP local, a Sulgás, parceiro aderente nesta relação.

Fontes: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=22191

Imagens:

http://www.algarveobserver.com/cna/Images%5Crefaboimascensão.jpg – Fotografia do Refúgio Aboim Ascensão, contendo o logótipo

http://www.ecbaku.com/NewsImages/BP%20logo_823200753158AM.JPG – Logótipo da BP

http://www.coopetrol.com.br/novo/sulpetro/jornal/pa194/sulgas.jpg - Fotografia da banca publicitária da Sulgás
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Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Energia: Lares portugueses podiam poupar 174 milhões/ano

Uma utilização mais eficiente da energia no sector doméstico e nas PME industriais permitiria iluminar 696 mil lares portugueses e 15 mil empresas durante um ano, de acordo com os dados do 2º Índice de Eficiência Energética elaborado pela UNION FENOSA.

De acordo com o relatório, os lares portugueses poderiam poupar até 174 milhões de euros por ano, já que desperdiçam cerca de 9,8% da energia que consomem ou 1.811 GWh. Com a adopção de melhores hábitos, os portugueses evitariam a emissão de 670 mil toneladas de dióxido de carbono, o mesmo que absorveriam 6,7 milhões de árvores. 

Comparando com os resultados de 2007, os portugueses registaram uma melhoria de 0,1 pontos (de 6,0 para 6,1, numa escala máxima de 10), o que lhes permitiu poupar cerca de 3,6 milhões de euros. Entre os pontos fortes dos resultados do estudo destacam-se alguns hábitos eficientes dos lares portugueses como, por exemplo, a precaução de não introduzir comida quente no frigorífico ou a atenção à etiquetagem energética ao comprar um electrodoméstico. Os portugueses também usam de forma eficiente as máquinas de lavar roupa ou louça.

Por Distrito, as cidades de Santarém (+0,58 pontos) e Porto (+0,72) foram as que mais melhoraram em termos de eficiência energética face a 2007.

PME Industriais poderiam poupar até 150 milhões de euros por ano

As pequenas e médias empresas (PME) do sector industrial em Portugal poderiam poupar até 150 milhões de euros por ano com uma utilização mais eficiente da energia. De acordo com o relatório da UNION FENOSA, o índice de Eficiência Energética nas PME industriais atinge um valor de 3,1 pontos num máximo de 10. Isto corresponde a um desperdício de cerca de 16,7% da energia que consomem ou 2.031 GWh. 

Com a adopção de melhores hábitos e o investimento na inovação tecnológica seria evitada a emissão de 750 mil toneladas de dióxido de carbono, tanto como o que podem absorver 7,5 milhões de árvores. No último ano, a eficiência energética das PME portuguesas melhorou 0,1 pontos, para os 3,1. Este número equivale a uma poupança de 45 milhões de KWh/ano ou 3,6 milhões de euros.

Entre os pontos fortes dos resultados do estudo destacam-se as melhorias substanciais em alguns hábitos eficientes das PME industriais portuguesas como, por exemplo, o aumento do número de empresas que dispõem de programas de manutenção e limpeza de lâmpadas (de 31% em 2007, para 69% em 2008).

As PME mais eficientes encontram-se no distrito de Bragança (4,3). Lisboa e o Porto estão ambas ligeiramente acima da média nacional, com 3,1.


Fontes: Algarve Press

http://www.algarvepress.net/conteudo.php?menu=-1&cat=Regional&scat=Economia&id=3176

Imagens:

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1146593 – Imagem do desenho duma lâmpada acesa

http://upload.moldova.org/economie/energie/union_fenosa.jpg - Imagem do Logótipo da Union Fenosa

http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/12512990/235 - Fotografia do globo Terrestre reflectido numa lâmpada apagada 
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Pedro Abrantes (NAMB)

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Sparky é o nome do golfinho mais novo do Zoomarine

"Padrinho" vai conhecer a família em breve



Um golfinho-roaz nasceu no Zoomarine no passado dia 10 de Novembro e, desde logo foi lançado aos portugueses o desafio de baptizar o pequeno cetáceo com o nome que o acompanhará ao longo da vida.

Em apenas três semanas, cerca de um milhar de propostas de nomes foram recebidas pela equipa do Zoomarine, enviados por centenas de pessoas com a esperança de conseguir ser a Madrinha ou o Padrinho do novo bebé. Muitos expressaram a honra que seria poder escolher o nome que acompanhará aquele pequeno cetáceo ao longo da sua vida.



E assim, a escolha do nome foi feita esta sexta-feira. Conforme nos é descrito por responsáveis do Zoomarine, o nome começa com S e termina com Y - a primeira e última letras do nome do mais novo membro da família de golfinhos-roaz do Zoomarine. Assim, a partir de agora, o bebé chama-se Sparky.

A proposta de nome foi enviada por Eduardo Santos e conjuga letras (primeira e última, respectivamente) dos nomes dos progenitores (Sam e Colby), intermediados pela palavra “park”. Alguns dos critérios utilizados na escolha do nome foram: a criatividade, o (reduzido) tamanho do nome e a sua sílaba tónica (que facilitará a sonoridade e, portanto, ajudará o bebé a distinguir o seu nome), o facto de não ser um nome humano, a distinção dos nomes dos membros da sua família, e, claro, o seu significado (neste caso, em Inglês, e que se coaduna com o seu comportamento).



Como prometido, e como forma de agradecimento, o “padrinho” do pequeno Sparky será convidado a visitar o Zoomarine e, desta forma, terá a oportunidade de conhecer mais de perto com a equipa de treinadores, biólogos e, naturalmente, com o seu novo “afilhado”.

Entre o natural orgulho de ter mais um elemento na família dos golfinhos-roaz, o Zoomarine contará com o Sparky, após um saudável crescimento, para gerar mais sorrisos e boa disposição a todos os amigos que visitarão o parque oceanográfico nos próximos anos.

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91040

Imagens:

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,11558853,00.jpg – Fotografia de Golfinho-Roaz bebé com a mãe a acompanhá-lo

http://www.julioantao.com/works/JPEG_-_Marca_ZOOMARINE_-_INFO_600.jpg.jpg - Logótipo do Zoomarine

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/Images%5Cxmombaby5.jpg – Fotografia de Golfinho-Roaz bebé com a mãe a acompanhá-lo

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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Associação Nacional das "Slow Cities" nasce no Algarve

A primeira associação nacional do movimento "Slow Cities" deverá ser criada em Março no Algarve, região pioneira na adesão à rede. Saiba mais.



Em Portugal, estão integradas na rede, que assenta na preservação das tradições e na promoção de uma vida tranquila e com maior qualidade, as cidades de Tavira, São Brás de Alportel, Lagos e Silves.

O movimento, cujo logótipo é um caracol, surgiu em Itália em 1999 mas entretanto já se espalhou por vários países europeus como Espanha, Reino Unido, França, ou Noruega e noutros locais do mundo.



A defesa dos valores tradicionais, que englobam não só o património como a gastronomia – o movimento está associado à "slow food" (comida lenta) por oposição à "fast food" (rápida) – são alguns dos pilares fundamentais do movimento.

"Não estamos de modo algum contra a evolução, mas queremos combater a globalização no seu pior sentido, porque conduz à uniformização e por consequência à mediocridade", refere Ana Albuquerque.

Jurista de profissão e a residir no Algarve, a responsável pela introdução do movimento em Portugal diz que quer expandir a rede, tendo a cidade de Porto Santo, na Madeira, manifestado interesse.



Para se candidatar à rede, as comunidades têm que ter à partida menos de 50 mil habitantes, embora possam existir excepções, consoante as dimensões do país em causa, explica Ana Albuquerque.

A selecção é feita com base na componente histórica dos locais e critérios ambientais e de qualidade de vida, podendo haver sanções ou a retirada do galardão caso não sejam cumpridos alguns pressupostos.

Apesar da chancela "Slow Cities" poder permitir captar mais turistas para as cidades que integram a rede, o objectivo primeiro é que proporcionem qualidade de vida aos residentes e que as comunidades beneficiem disso.



Ana Albuquerque interessou-se pelo movimento depois de se ter "desencantado" de uma passagem pela vida político-partidária e considerar que devia continuar a intervir de forma cívica para promover mudanças.

A sua primeira conquista foi ter conseguido que quatro cidades algarvias fossem certificadas pelos dirigentes do movimento "Slow Cities", que quer agora expandir-se ao resto do país.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=27143

Imagens:

http://www.alma-algarvia.blogspot.com/ - Logótipo da Slow Cities

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=873737 – Fotografia de Tartaruga e alusivo à “Slow Food”

http://www.ericjlyman.com/images/slow_cities.jpg - Fotografia de estrada com “Slow” escrito no alcatrão

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=709114 – Fotografia de Tartaruga dentro de água

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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Carros reciclados vão a votos

Os carros feitos a partir do reaproveitamento de material usado e da autoria dos alunos do ensino básico vão a votos para eleger o melhor.



A votação está disponível até dia 31 de Janeiro e destina-se a eleger o melhor “carro reciclado” entre os 11 projectos finalistas do concurso “Reutilizar para Ganhar”, lançado pela Toyota.

Os “engenheiros” dos modelos foram os alunos do ensino básico que construíram os exemplares dos automóveis através do reaproveitamento de material usado.



Cabe ao público escolher o melhor projecto e o mais criativo, o qual vai receber o prémio de Vencedor Nacional que, este ano, entre outros vai levar os seus autores a participar numa acção de reflorestação, no âmbito do projecto da Marca "Um Toyota, uma Árvore", numa área ainda a definir.



Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=27073

Imagens:

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1083734 – Imagem de automóvel amarelo amigo do Ambiente

http://www3.toyota.pt/reutilizarparaganhar/index.html - Logótipo do 2º Concurso Escolar Toyota, “Reutilizar para Ganhar”

http://www3.toyota.pt/reutilizarparaganhar/index.html - Fotografia do Carro reciclado vencedor

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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Águas do Algarve faculta cópia dos editais

A Águas do Algarve disponibiliza cópia dos editais referentes ao 3º trimestre de 2008 e que são distribuídos a todos os seus clientes, podendo ser consultados também no seu sítio da Internet em http://www.aguasdoalgarve.pt/ ou solicitados directamente à Empresa.


Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=90733



Imagens:

http://www.cnalgarve.com/images/cases/aguas_algarve.jpg - Banner de sensibilização “Use a Água com sabedoria”

http://www.markelink.com/directorios/Amb2008/fotos/aguas-algarve-l01.gif - Banner com logótipo da empresa Águas do Algarve e certificações

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Pedro Abrantes (NAMB)

Cidades algarvias sem stress

Praticar uma alimentação saudável, fazer exercício físico e proteger o ambiente são alguns dos princípios que integram a filosofia das “Slow Cities”. Quatro cidades algarvias já aderiram ao movimento.



O conceito “Slow Cities” chegou ao Algarve e será agora implementado em Tavira, Silves, Lagos e São Brás de Alportel, após a aprovação das respectivas candidaturas.

A filosofia deste movimento assenta numa alimentação saudável, na convivência com os amigos, na prática de exercício físico e na preservação e protecção do ambiente, cultura e costumes.




Trata-se, portanto, de usufruir de uma vida sem stress, aumentando os níveis de tranquilidade e qualidade de vida dos habitantes e visitantes destas cidades.

Mas para que recebem o caracol, imagem de marca do movimento, as cidades aderentes têm de cumprir todos os requisitos relacionados com a cultura, o ambiente, as infra-estruturas, a hospitalidade e qualidade urbana.




Inspirado no movimento "slow food" (comida lenta), o conceito "slow cities" nasceu há mais de uma década em Itália e conta com 32 cidades aderentes. Alemanha, Polónia, Noruega, Inglaterra, Brasil, França, Espanha, Austrália e Japão também já integram a onda das “cidades calmas” a que agora se junta Portugal.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=26615

Imagens:

http://racosta.kevhosting.com/blog/wp-content/2006/11/slow_city.jpg - Fotografia a preto e branco duma rua com “slow” escrito na estrada

http://www.slowtrav.com/blog/pauline/cittaslow.jpg - Logótipo do CITTASLOW - Slow food

http://aunz.siemens.com/Environment/PublishingImages/solution_environment.jpg - Fotografia de criança junto de planta

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Pedro Abrantes (NAMB)