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sábado, 20 de dezembro de 2008

ECOTECA de Olhão

A equipa da Ecoteca de Olhão está disponível para colaborar activamente no processo de informação e sensibilização em Educação Ambiental. Para grupos organizados, seleccione entre as nossas propostas e faça a sua reserva em ecotecadeolhao@gmail.com ou tel. 289700940.


Pode dizer-se que no mês de Dezembro a produção de resíduos é bastante elevada, fruto do consumo desmedido que se verifica um pouco por todo o lado.

Neste sentido, a associação ambientalista Quercus (www.quercus.pt), à semelhança do que fez em anos anteriores, enumera alguns conselhos para que todos tenham um Natal mais ecológico. Seleccionei apenas alguns:

- Ofereça produtos úteis e duráveis.

- O impacto ambiental associado ao transporte dos produtos será menor se optar por produtos nacionais.

- Evite o excesso de embalagens.

- Para a ceia de Natal comece a habituar-se a substituir o bacalhau por outra iguaria; se não consegue mesmo resistir, adquira bacalhau de média/grande dimensão; faça o mesmo em relação ao polvo (deverá ter sempre mais de 800/900 gr.). Se as dimensões mínimas fossem respeitadas não teríamos os problemas que hoje temos com a quase extinção do bacalhau.

- Não use na sua festa de Natal pratos ou copos descartáveis (em plástico ou cartão) nem guardanapos ou toalhas de papel. Não são agradáveis e dão origem a muito lixo.

- Após o Natal separe todas as embalagens – papel/cartão; plástico; metal – e coloque-as no ecoponto mais próximo;

- Depois das festas, vêm as limpezas. Procure reduzir a quantidade e perigosidade dos produtos de limpeza que utiliza. Prefira os biodegradáveis e/ou em recargas.

- Não deite as pilhas para o lixo, coloque sempre no pilhão. As pilhas recarregáveis são uma alternativa económica e ecológica.

- Mantenha-se solidário com as diversas campanhas que se vão desenrolando ao longo do ano.

Para mais informações é favor visitar o Blogue: http://www.ecotecadeolhao.blogspot.com/

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Pedro Abrantes (NAMB)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Olhão: Quinta de Marim vai ter trilho recuperado e de acesso universal

A Sociedade Polis Litoral Ria Formosa vai requalificar até ao fim de 2009 o trilho de três quilómetros existente no Centro de Educação Ambiental de Marim, instalado na Quinta de Marim, concelho de Olhão, tornando-o de acesso universal, nomeadamente a visitantes com mobilidade reduzida, que se desloquem em cadeira de rodas ou com incapacidade visual.

O trilho interpretativo, que começa no Centro de Acolhimento e percorre os 60 hectares da Quinta, representa o “espírito de visitação” que esteve na base da criação do Centro, há três décadas. Esse percurso – que passa pelos diversos equipamentos da Quinta e termina onde começou - será repavimentado e devidamente adaptado ao uso por pessoas com deficiência e famílias com crianças.

Recentemente a Sociedade Polis Litoral Ria Formosa adjudicou as primeiras intervenções na Quinta, designadamente as obras de recuperação do chalet João Lúcio (que se situa fora do perímetro fechado do Centro de Educação Ambiental mas integra aquele espaço), as obras de reabilitação exterior do Centro Interpretativo (o edifício-sede do Parque Natural da Ria Formosa) e a consolidação das fundações, paredes e cobertura do moinho de maré e sua recuperação.


No quadro da gestão florestal da Quinta, o projecto envolve ainda intervenções no mato circundante, de forma a reduzir as possibilidades de incêndio, bem como no centro agrícola, onde serão plantadas espécies arbóreas da flora autóctone. A vegetação que ladeia o trilho que percorre a Quinta será também tratada e aparada de forma a que o caminho passe a funcionar como corta-fogo.

Visitado em 2007 por cerca de 25 mil pessoas, 60 por cento das quais turistas estrangeiros, o Centro de Educação Ambiental de Castro Marim também recebe todos os anos milhares de crianças das escolas algarvias de todos os graus de ensino, que ali estabelecem um contacto privilegiado com toda a variedade ambiental da Ria Formosa.


A Quinta integra um centro de acolhimento onde podem pernoitar 45 visitantes em regime de camarata e várias casas-abrigo, regularmente ocupadas por famílias, em regime de aluguer.

Tem dois espaços de nidificação de aves – um no sapal e outro, mais pequeno, de água doce -, junto dos quais há abrigos com frestas a partir das quais os visitantes podem observar exemplares de espécies como os patos-reais, trombeteiros, mergulhões pequenos, garças reais, garças brancas, colhereiros ou flamingos. Esses observatórios deverão ser substituídos por outros, mais cómodos e com frestas mais baixas, para permitir o uso por crianças e pessoas em cadeiras de rodas.


O espaço tem ainda um parque para merendas, que será alvo de melhorias no próximo ano.

No Centro de Educação Ambiental da Quinta do Marim funciona há alguns anos um centro de recuperação genética do cão d’água e um Centro de Recuperação de Aves, onde todos os anos são tratados centenas de exemplares de espécies selvagens encontrados em situação de risco.


O Centro de Educação Ambiental da Quinta do Marim está aberto todos os dias úteis. O preço de entrada na Quinta varia entre 1,5 euros (adultos) e 0,75 euros (Cartão Jovem).

Fonte: Algarve Press

http://www.algarvepress.net/conteudo.php?menu=-1&cat=Regional&scat=Actualidade&id=3160

Imagens:
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Pedro Abrantes (NAMB)