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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Projecto e-Universidades possibilita portáteis a universitários

Facilitar o acesso à aquisição de computadores portáteis pelos estudantes e docentes do Ensino Superior é o objectivo do Programa e-Universidade, em Lisboa, na presença do ministro Mariano Gago.



A aquisição do computador “vai ser possível com recurso ao sistema de crédito bancário sem fiador”. Há três opções: pagamento inicial de 110 euros e 36 prestações de 15 euros, pagamento inicial de 50 euros e 24 prestações de 25 euros ou pagamento integral no acto da entrega (610 euros).

Computador Portátil Toshiba Satellite 
Processador Intel Pentium Dual-Core T3200 (2.00Ghz)
Disco Rígido 320GB 
3GB memória RAM
Placa gráfica ATI Radeon HD2400 (1.024MB HyperMemory)
Ecrãn panorâmico 15,4” WXGA TruBrite
DVD Super-Multi DL
Wifi 802.11b/g
WebCam
Windows Vista Premium


Software Aplicacional – Education Suits

Microsoft
MS Office 2007 Standard
Visual Studio Professional Edition
Microsoft Expression Studio
Windows Server Standard Edition
SQL Server Developer Edition
XNA Game Studio 2.0; XNA Creators Club Online
Visual Studio 2005 Professional Edition
Windows Server Administration Tools; Windows Server Resource Kit Tools
Virtual PC; Virtual Server; Virtual Earth; Virtual Earth 3D
Network Monitor 3.2
World Wide Telescope
Robotics Studio
Windows Media Encoder

Autodesk
Revit product family (Architecture + Structure + MEP) – incl. AutoCAD Architecture
Autodesk Inventor Professional – Including AutoCAD Mechanical
Autodesk Alias family (AutoStudio + Sketchbook + Showcase)
AutoCAD Civil 3D
AutoCAD Map 3D
Autodesk Maya
MapGuide (Sig)

Fonte: País Positivo

http://www.paispositivo.org/index.php?option=com_content&task=view&id=1254&Itemid=72
Pedro Abrantes (NAMB)

Projecto e-Universidades possibilita portáteis a universitários

Facilitar o acesso à aquisição de computadores portáteis pelos estudantes e docentes do Ensino Superior é o objectivo do Programa e-Universidade, em Lisboa, na presença do ministro Mariano Gago.



A aquisição do computador “vai ser possível com recurso ao sistema de crédito bancário sem fiador”. Há três opções: pagamento inicial de 110 euros e 36 prestações de 15 euros, pagamento inicial de 50 euros e 24 prestações de 25 euros ou pagamento integral no acto da entrega (610 euros).

Computador Portátil Toshiba Satellite 
Processador Intel Pentium Dual-Core T3200 (2.00Ghz)
Disco Rígido 320GB 
3GB memória RAM
Placa gráfica ATI Radeon HD2400 (1.024MB HyperMemory)
Ecrãn panorâmico 15,4” WXGA TruBrite
DVD Super-Multi DL
Wifi 802.11b/g
WebCam
Windows Vista Premium


Software Aplicacional – Education Suits

Microsoft
MS Office 2007 Standard
Visual Studio Professional Edition
Microsoft Expression Studio
Windows Server Standard Edition
SQL Server Developer Edition
XNA Game Studio 2.0; XNA Creators Club Online
Visual Studio 2005 Professional Edition
Windows Server Administration Tools; Windows Server Resource Kit Tools
Virtual PC; Virtual Server; Virtual Earth; Virtual Earth 3D
Network Monitor 3.2
World Wide Telescope
Robotics Studio
Windows Media Encoder

Autodesk
Revit product family (Architecture + Structure + MEP) – incl. AutoCAD Architecture
Autodesk Inventor Professional – Including AutoCAD Mechanical
Autodesk Alias family (AutoStudio + Sketchbook + Showcase)
AutoCAD Civil 3D
AutoCAD Map 3D
Autodesk Maya
MapGuide (Sig)

Fonte: País Positivo e Toshiba

http://www.paispositivo.org/index.php?option=com_content&task=view&id=1254&Itemid=72

http://pt.computers.toshiba-europe.com/innovation/NEWSARCHIVE/archived_news_article.jsp?service=PT&ID=PR-e-Universidade-Toshiba

Imagens:

http://www.omitek.net/wp-content/uploads/2008/10/toshiba_l40.jpg - Fotografia do Computador Toshiba da campanha e-Universidade

http://imgs.sapo.pt/gfx/473488.gif - Cartaz da Campanha da e-Universidade

Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 24 de janeiro de 2009

A internet está a transformar-se num monstro?

Recentemente foi divulgado um estudo que calculava o gasto energético de uma pesquisa no Google, que pelos vistos equivale a metade da energia necessária para ferver água numa chaleira eléctrica. Ou seja, cada pesquisa é responsável pela emissão de 7 g de dióxido de carbono (ver notícia). Multiplique-se este valor pelos milhões de pesquisas diárias pelo mundo fora e obtém-se um valor assustador.



Claro que a Google contesta estes valores, mas mesmo os 0,2 g de CO2 por pesquisa que a empresa apresenta já são significativos.

Um outro estudo mostra que à medida que a internet cresce, é necessária uma maior quantidade de energia para que os servidores cada vez mais potentes funcionem. Estima-se que em 2005 a energia gasta pelos servidores e centrais de dados representou 2 por cento da energia consumida no mundo em 2005, tendo o seu valor duplicado entre 2000 e 2005.



Para termos o real gasto energético (e consequentes emissões de CO2) da internet há que somar ainda a energia gasta pelos computadores dos utilizadores.

Aqui pelo Algarve andamos a produzir e a libertar CO2 no Estados Unidos (indirectamente), sempre que pesquisamos a Internet. Por exemplo para postar esta notícia sobre o Google, estima-se um gasto de energia eléctrica equivalente a aquecer uns 5 litros de água!!

Estará a internet a transformar-se num monstro insaciável? Ou estamos nós?

Fonte: Terramater - Comissão Europeia, Environmental Research Letters

http://blog.terramater.pt/

Imagens:

http://blog.terramater.pt/ - Logótipo do Google com tentáculos

http://aifuture.files.wordpress.com/2008/07/google.jpg - Google bem, Google mal

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Pedro Abrantes (NAMB)