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quinta-feira, 21 de maio de 2009

SEMINÁRIO Regulamentação de Requisitos Acústicos e Qualidade do Ar em Edifícios, Instrumentação para ensaios

Porto no dia 26 de Maio das 9:30H às 13:00H
Coimbra no dia 26 de Maio das 15:00H às 18:30H
Lisboa no dia 27 de Maio das 9:30H às 13:00H

Faro no dia 28 de Maio das 9:30H às 13:00H



Programa:
• Apresentação da MRA Instrumentação
• Acústica - Apresentação da nova solução MRA para Acústica de Edifícios: Sonómetro RION NA-28
• Acústica - Apresentação e discussão dos Critérios de Amostragem do LNEC para Acústica de Edifícios
• Coffee Break
• Qualidade do Ar Interior – Instrumentação para Edifícios
• Termografia – Câmaras de Termografia para aplicações em Edifícios
• Conclusões e debate

Os Seminários são gratuitos e o número de assistentes é limitado, pelo que agradecemos que formalize a sua inscrição.

Para fazer a sua inscrição, clique aqui.



Não se esqueça de referir em que cidade quer assistir ao nosso Seminário!

Fonte: MRA Instrumentação

http://www.mra.pt/ALAVA/index.html

Imagens:

http://www.mra.pt/ALAVA/index.html - Imagens do banner e ficha de inscrição

Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

POLIS: Movimento cívico farense quer voz

Um grupo de associações ligadas ao mar vai entregar um “manifesto” a José Apolinário com ideias sobre as obras da zona ribeirinha de Faro. “É fundamental não perder o 'comboio' do Polis”, dizem. 

Um grupo de 14 empresas juntou ideias num documento intitulado “Manifesto Conjunto sobre o Programa Polis da Ria Formosa”, que o Observatório do Algarve (OdA) teve acesso, e que foi entregue, a José Apolinário, presidente da Câmara de Faro.

Por enquanto, a comissão ainda não tem nome, apenas vontade - e muita - em sem ser ouvida. O OdA falou com os responsáveis de duas das empresas.

Para Armando Cassiano, do Ginásio Clube Naval de Faro, há um receio instalado em “99 por cento das sociedades que fazem a ponte entre a cidade e o mar” que os fundos do Polis Litoral Ria Formosa poderão não ser investidos da melhor maneira e nas infra-estruturas verdadeiramente necessárias. 

“Sei que há dois milhões de euros no PIDDAC para o novo porto de recreio. Se fosse um leigo na matéria aplaudia. Mas pergunto: esses dois milhões de euros derivaram do quê? De um levantamento das verdadeiras necessidades de um recreio náutico? De um levantamento de um número de embarcações que poderemos encontrar no futuro? A nós não nos perguntaram nada e esta é a nossa área de operação. É como fazer um hospital e não perguntarem nada a médicos e enfermeiros”, defende.

José Vargas, da Animaris, lembra que foi feita uma reunião em Julho onde foram discutidas as obras com os responsáveis autárquicos, mas achou tratar-se de um “processo introdutório para cumprir calendário” e a partir desse momento nunca mais foram ouvidos.

“Queremos ser uma voz activa em todo o processo. Acho que o POLIS pode ser o início para fazer uma grande obra, mas sei que 80 milhões de euros não bastam. É do nosso entendimento haver uma estratégia concertada para pegar num projecto que será maior, com fases subsequentes, que até poderia ter investimentos privados. Temos de usar o dinheiro de forma inteligente. É fundamental não perder o 'comboio' do Polis”.

De acordo com os dois operadores, Faro está, actualmente, totalmente desfasado da realidade naútica e com infra-estruturas insuficientes. 

“Se houvesse agora dois mil lugares na doca, dou a garantia que enchiam em menos de seis meses e entretanto temos barcos estacionados lá fora que são vandalizados e não têm segurança nenhuma. Até um barco da polícia foi roubado no ano passado e utilizado para fazer descarregamentos de droga”, recorda Armando Cassiano.

“Uma das nossas ideias é dotar a cidade das infra-estruturas necessárias para o desenvolvimento de actividades náuticas, quer sejam comerciais, desportivas ou de lazer, que serão a âncora para, no nosso entendimento, Faro assumir novamente uma vocação turística. Isso passará por um porto de recreio; um porto de pesca; uma estação marítima para se fixarem carreiras para as ilhas e um organismo que una todas essas estruturas, com uma oferta integrada de serviços. Só nomeando algumas ideias”, assevera José Vargas.

Por enquanto este movimento cívico não irá alterar o estatuto porque acreditam “que serão aceites como parceiros sociais activos”, mas não põem de parte derivar para um organismo com um “carácter mais formal”. 

“Não queremos criar uma estrutura orgânica 'pesada', mas se tiver de ser não teremos problemas. Quero pensar que mesmo sem personalidade jurídica, o nosso peso social será o mesmo”, conclui José Vargas. 

Fontes: Observatório do Algarve

http://www.algarveobserver.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=26512

Imagens:

http://img149.imageshack.us/img149/8458/semtitulo4vt1.jpg - Fotografia aérea da Ria Formosa e da cidade de Faro

http://www.polis.maotdr.gov.pt/Imagens/imgstratadas/logo_Polis.gif - Logótipo do Programa PÓLIS

http://www.algarveobserver.com/cna/Images%5Colhão-feirapnaturais14.jpg – Fotografia do barco da Ria Formosa “Bom Sucesso”

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyGKH_aPE0BiLQqxC6lOES-E9hiUY5KJdIEAcLdGC2i408uDBvhQmo5ErxXfhSlhPMS9vPZikSPfgwGmzDi8e4ciWaqlZLHzBPDtUMGPiU9hE9Y0yG496IV6I4AcMTq86d6-aKt3cU_VM/s400/faro.jpg - Logótipo da cidade de Faro
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Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Energia: Lares portugueses podiam poupar 174 milhões/ano

Uma utilização mais eficiente da energia no sector doméstico e nas PME industriais permitiria iluminar 696 mil lares portugueses e 15 mil empresas durante um ano, de acordo com os dados do 2º Índice de Eficiência Energética elaborado pela UNION FENOSA.

De acordo com o relatório, os lares portugueses poderiam poupar até 174 milhões de euros por ano, já que desperdiçam cerca de 9,8% da energia que consomem ou 1.811 GWh. Com a adopção de melhores hábitos, os portugueses evitariam a emissão de 670 mil toneladas de dióxido de carbono, o mesmo que absorveriam 6,7 milhões de árvores. 

Comparando com os resultados de 2007, os portugueses registaram uma melhoria de 0,1 pontos (de 6,0 para 6,1, numa escala máxima de 10), o que lhes permitiu poupar cerca de 3,6 milhões de euros. Entre os pontos fortes dos resultados do estudo destacam-se alguns hábitos eficientes dos lares portugueses como, por exemplo, a precaução de não introduzir comida quente no frigorífico ou a atenção à etiquetagem energética ao comprar um electrodoméstico. Os portugueses também usam de forma eficiente as máquinas de lavar roupa ou louça.

Por Distrito, as cidades de Santarém (+0,58 pontos) e Porto (+0,72) foram as que mais melhoraram em termos de eficiência energética face a 2007.

PME Industriais poderiam poupar até 150 milhões de euros por ano

As pequenas e médias empresas (PME) do sector industrial em Portugal poderiam poupar até 150 milhões de euros por ano com uma utilização mais eficiente da energia. De acordo com o relatório da UNION FENOSA, o índice de Eficiência Energética nas PME industriais atinge um valor de 3,1 pontos num máximo de 10. Isto corresponde a um desperdício de cerca de 16,7% da energia que consomem ou 2.031 GWh. 

Com a adopção de melhores hábitos e o investimento na inovação tecnológica seria evitada a emissão de 750 mil toneladas de dióxido de carbono, tanto como o que podem absorver 7,5 milhões de árvores. No último ano, a eficiência energética das PME portuguesas melhorou 0,1 pontos, para os 3,1. Este número equivale a uma poupança de 45 milhões de KWh/ano ou 3,6 milhões de euros.

Entre os pontos fortes dos resultados do estudo destacam-se as melhorias substanciais em alguns hábitos eficientes das PME industriais portuguesas como, por exemplo, o aumento do número de empresas que dispõem de programas de manutenção e limpeza de lâmpadas (de 31% em 2007, para 69% em 2008).

As PME mais eficientes encontram-se no distrito de Bragança (4,3). Lisboa e o Porto estão ambas ligeiramente acima da média nacional, com 3,1.


Fontes: Algarve Press

http://www.algarvepress.net/conteudo.php?menu=-1&cat=Regional&scat=Economia&id=3176

Imagens:

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1146593 – Imagem do desenho duma lâmpada acesa

http://upload.moldova.org/economie/energie/union_fenosa.jpg - Imagem do Logótipo da Union Fenosa

http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/12512990/235 - Fotografia do globo Terrestre reflectido numa lâmpada apagada 
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Pedro Abrantes (NAMB)