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quarta-feira, 18 de março de 2009

Navegabilidade do Rio Guadiana é tema de discussão em Vila Nova de Cacela

“Guadiana: Um Rio Aberto ao Desenvolvimento” é o tema de um seminário que reúne no próximo dia 26 de Março, no Baixo Guadiana, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Carlos Lobo, e a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.



O principal objectivo centra-se na discussão das potencialidades económicas do rio, bem como nos factores de atractividade do território do Baixo Guadiana. O tão esperado desassoreamento da barra e as potencialidades e constrangimentos associados são outros dos assuntos abertos ao debate.



O seminário é moderado por Carlos Brito, antigo deputado à Assembleia da República, e conta ainda com a presença do presidente da CCDR Algarve, João Faria, Silveira Ramos da Consulmar e Sidónio Pardal, entre outros. O encerramento é feito pelo presidente da Odiana, José Fernandes Estevens, e pelo director delegado do IPTM, Brandão Pires.

A iniciativa é organizada pela Associação Odiana em conjunto com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e o Instituto Portuário dos Transportes Marítimos (IPTM).



O Seminário tem lugar no Robinson Club – Quinta da Ria em Vila Nova de Cacela, pelas 15 horas.

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=92868

Imagens:

http://farm3.static.flickr.com/2210/2217938487_0ef8f00735.jpg - Fotografia do Rio Guadiana

http://www.arcdaa.com/imgs/logotipos/odiana.gif - Logótipo da Associação Odiana

http://blocoalgarve.org/fotos/1034_baixo_guadiana.jpg - Mapa do percurso topográfico do Rio Guadiana
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Pedro Abrantes (NAMB)


domingo, 8 de fevereiro de 2009

Google Earth lança Oceano em 3D

Sempre sonhou ver o fundo do mar? Então este programa é para si.



O Google Earth (disponível para download em www.earth.google.com) , a ferramenta de visualização geográfica em três dimensões da Google, lançou o “Ocean”, uma nova ferramenta que mostra, a três dimensões, as profundezas submarinas, para incentivar o conhecimento sobre a vida oceânica. Os cibernautas poderão navegar nas zonas abissais no oceano ou no mar escolhido.



“Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e, no entanto, são pouco explorados pelo Homem”, afirmou Florence Diss, responsável pelas parcerias geográficas do grupo. Através do “Ocean”, será ainda possível navegar junto a vulcões submarinos, acompanhar a viagem de uma baleia ou visitar a Grande Barreira de Corais na Austrália.



Nas próximas versões do programa, que se dirige tanto à comunidade científica, como ao grande público, vão ser acrescentados também rios e lagos. O software permite ainda partilhar experiências online, aconselhando, por exemplo, os melhores locais para a prática de surf. Os utilizadores terão ainda acesso a informações e fotos, além de vídeos sobre 20 temas, como zonas marinhas protegidas, a evolução da fauna e “zonas mortas”.



Existem cerca de mil sequências filmadas, algumas das quais inéditas, principalmente imagens de expedições, comandadas pelo francês Jacques Cousteau.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.algarveobserver.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=27431

Imagens:

http://krisabel.ctv.ca/Canada%20AM/gocean10.jpg - Imagem do Google Earth Ocean, vista do Globo Terrestre

http://lab.77agency.com/wp-content/uploads/ocean_floor.gif - Imagem 3D do Google Earth Ocean do fundo do mar

http://img.skitch.com/20080501-gun5ey8heyb6f5jpdf82rqqnxx.jpg - Imagem do Google Earth Ocean

http://earth.google.com.br/outreach/images/tour_earth.jpg - Imagem do Google Earth Ocean das Bacias Hidrográficas

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Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Convenção de Albufeira

Na véspera do 10º aniversário da Convenção de Albufeira sobre a gestão dos rios partilhados por Portugal e Espanha, as alterações indispensáveis ao regime de caudais foram feitas este ano.


Embora assinada a 30 de Novembro de 1998 – com entrada em vigor marcada para o ano 2000 - a definição dos caudais trimestrais e semanais das bacias hidrográficas luso-espanholas partilhadas (rios Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana) foi feita na última convenção das partes, em Fevereiro passado.

“O atraso no cumprimento das disposições do acordo prejudica Portugal, localizado a jusante e suportando, por isso, as alterações nos regimes de caudais e na qualidade da água provocadas pela utilização de água na vizinha Espanha. Mesmo assim, os caudais definidos não são ainda os caudais ecológicos inicialmente previstos definir”, refere a Quercus, em comunicado.



Por outro lado, em declarações à Agência Lusa, o presidente do Instituto da Água (INAG) fez um “balanço muito positivo” dos acordos entre Portugal e Espanha sobre a partilha de rios comuns.

Orlado Borges explicou que se “deram nos últimos tempos passos notáveis em relação a esta matéria. A Convenção de Albufeira já foi posta à prova duas vezes, em situações de seca e de cheia, o que permitiu aproximar a cooperação entre os dois países do ponto de vista técnico”.

A Convenção Luso-Espanhola prevê também a possibilidade de haver um regime de excepção em situações de seca e para cada um dos quatro rios internacionais.



A determinação desse regime de excepção baseia-se na precipitação registada na bacia entre o início do ano hidrológico (1 de Outubro do ano anterior) e determinados meses, que variam bacia a bacia devido à sua especificidade climática.

Fonte: APEA – Associação Portuguesa de Engenheiros do Ambiente

http://www.apea.pt/scid/webAPEA/defaultArticleViewOne.asp?articleID=191&categoryID=740

Imagens:

http://www.quercus.pt/xFiles/scEditor/Image/imagem1%20convençao%20albufeira.png – Mapa da Convenção de Albufeira

http://www.blu.com.br/quentinhas/wp-content/uploads/2008/04/all_dia_da_agua_anuncio.jpg - A água muda a paisagem de tudo

http://www.caminhodasaguas.ufsc.br/bacia.jpg - Esquema duma Bacia Hidrográfica

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Pedro Abrantes (NAMB)