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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Faro: Autarquia quer implantar recife artificial na Culatra

A Câmara de Faro vai promover a construção de um recife artificial ao largo da Ilha da Culatra.



O objectivo é incentivar a pequena pesca. A medida foi aprovada este mês em reunião camarária. 

O projecto prevê a colocação de 1050 módulos cúbicos de betão que vão ocupar uma área de 0,88 km2, seguindo um tipo de organização semelhante à dos sistemas recifais já implantados no Algarve pelo IPIMAR.



A criação deste recife objectiva ainda “aumentar a produção biológica e promover a biodiversidade, proporcionando desta forma a diversificação das capturas e o aumento dos rendimentos da pesca”, salienta a Autarquia em comunicado. 

Fonte da Câmara realça também outras potencialidades do sistema. Explica que tenciona “promover a articulação da pequena pesca com outras actividades como o ecoturismo”. 



O município vai agora candidatar o projecto ao Programa Operacional Pesca para financiamento, contando com o apoio técnico-científico do IPIMAR.

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=93179

Imagens:

http://www.ccvalg.pt/templates/temas_mar.php?area=5&id=189&idd#projectopiloto – Fotografia do Mapa de colocação de recifes artificiais na Costa Algarvia

http://www.ccvalg.pt/templates/temas_mar.php?area=5&id=189&idd#projectopiloto – Fotografia de um módulo de Betão Cúbico que serve de Recife Artificial

http://www.ccvalg.pt/templates/temas_mar.php?area=5&id=189&idd#projectopiloto – Imagem do Esquema da organização geral do Complexo Recifal da Costa Algarvia

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Pedro Abrantes (NAMB)

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Centro Ciência Viva promove “Encontros Imediatos com a Ciência” no Algarve

Com vista a promover a cultura científica na região algarvia e aproximar os cidadãos da comunidade científica, o Centro Ciência Viva de Tavira volta a organizar os “Encontros Imediatos com a Ciência” entre 27 de Abril e 2 de Maio. 



A iniciativa, desenvolvida em parceria com a Universidade do Algarve e outras entidades locais e nacionais, é uma mostra pública da investigação científica que se desenvolve no Algarve, com o objectivo de divulgar o que os cientistas fazem de um modo simples e acessível a todos. 

Orientada para a comunidade escolar, a exposição será visitada pelas escolas secundárias do Algarve e do Baixo Alentejo, numa perspectiva de mostrar aos jovens a diversidade de áreas onde se desenvolve a investigação científica e evidenciar a UALG como espaço de formação do seu futuro profissional. 



A exposição, onde vão estar representados os Centros de Investigação da UAlg, o IPIMAR de Tavira e o projecto Monit, está aberta ao público em geral, sendo o acesso gratuito. Os professores interessados em visitar a exposição devem fazer a sua inscrição junto do CCVTav.

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=93103

Imagens:

http://www.centroscienciaviva.pt/files/Home/matriz_imagens_3x3.jpg - Várias fotografias de algumas actividades de um Centro de Ciência Viva

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisDv8DtS-WHvr7FcaFhLEJWcPr_Fj8EF6JZHi58diZA9-haSFY2qmOJDuZUtgFOtdg8FW6oavcqgFE_ZKb75DkDV-wEuaADtTYzr9lf4SRjlRbxqSA-o_ABe1TtIrk5GVwy0T9bvot1URZ/s400/centro_ciência_viva_(2).JPG – Fotografia de uma bicicleta que produz electricidade
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Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 11 de abril de 2009

Culatra: pescadores vão poder capturar espécie de elevado valor comercial

Durante um ano, já a partir de Abril, os pescadores da ilha da Culatra, Faro, vão poder capturar a língua, um peixe semelhante ao linguado que se desenvolve na zona costeira adjacente à Ria Formosa, e que tem elevado valor comercial. 


Trata-se de uma experiência piloto já autorizada pela Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura, e que resulta de uma parceria entre o município de Faro e o IPIMAR com vista a realizar um estudo para avaliar a possibilidade de licenciamento desta pescaria.
 
Durante o período experimental as redes com malhagens específicas para a captura deste tipo de peixe serão financiadas pela Câmara de Faro. Os pescadores que aderirem a este projecto assumem as embarcações, a montagem das redes e os custos com o combustível, ficando em compensação com o resultado da faina. 


Os trabalhos vão ser coordenados pelo IPIMAR e permitirão verificar da viabilidade da emissão de licenças de pesca para a captura de línguas, possibilitando desta forma a diversificação das fontes de rendimento daquela comunidade piscatória.


Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=93202

Imagens:

http://www.dtvb.ibilce.unesp.br/animais/na_linguado.jpg - Imagem de um Linguado

http://farm3.static.flickr.com/2254/2312781090_aab5aa547d.jpg?v=0 – Fotografias da Ilha da Culatra no Algarve

http://ultimahora.publico.clix.pt/imagens.aspx/233128?tp=UH&db=IMAGENS&w=320 – Fotografia do barco de Investigação do IPIMAR
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Pedro Abrantes (NAMB)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Ria Formosa é tema de conferência em Olhão

No próximo dia 7 de Fevereiro arranca a primeira sessão do ciclo de conferências sobre a Ria Formosa, no Anfiteatro da Escola Secundária Dr. Francisco Fernando Lopes, em Olhão, que tem como convidados Nuno Grade, biólogo do Parque Natural da Ria Formosa, e Sílvia Padinha, presidente da Associação de Moradores da Ilha da Culatra.


A iniciativa é promovida pela “Tertúlia dos Cafetantes”, composta por um conjunto de cidadãos olhanenses que regularmente e informalmente se encontra para debater os problemas do concelho, em reuniões públicas e abertas, normalmente realizadas às quartas-feiras, e através da organização de palestras, debates e conferências.



No ciclo inicial de conferências, a Ria Formosa é o tema central e terá lugar aos primeiros sábados de cada mês, com a participação de convidados (professores e investigadores), ligados à Universidade do Algarve, ao INIAP/IPIMAR, ao Parque Natural da Ria Formosa, às autarquias, ao Associativismo, entre outros.


Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91586

Imagens:

http://img.olhares.com/data/big/211/2119455.jpg - Fotografia tirada pelo Fotógrafo Mascarenhas, a uma Garça Branca

http://www.martaxi.com/imagens/mapa.jpg - Mapa da Ria Formosa, através de fotografia de satélite

http://www.regiaocentro.net/canais/fotografia/1concurso/PJMdaSilva/gifs/Riaformosa01.jpg - Fotografia com efeito sépia, do monte de Sal na Ria Formosa

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Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Polis Ria Formosa já arrancou!

Sociedade Polis Ria Formosa vai investir 2,8 milhões até Dezembro. Obras abrangem vários municípios e vão estar no terreno até ao final do ano.




"Parte das intervenções constantes no programa Polis Ria Formosa estão programadas até Dezembro deste ano e, dado que estão dependentes parcialmente de fundos comunitários, terão que arrancar no terreno até ao fim do ano".

Quem o diz é Valentina Calixto, presidente da Sociedade Polis Ria Formosa, que declara que o Plano de Pormenor da Ilha de Faro já está em fase de concurso, bem como todos os projectos de intervenção e requalificação das ilhas e ilhotes e a remoção e requalificação da Ria, com a remoção de resíduos e embarcações abandonadas.




“Os ilhotes deverão estar requalificados antes do início da época balnear”, garante a responsável, ao Observatório do Algarve.

Outros projectos incluem a requalificação do Centro Ambiental de Marim, com a recuperação do Chalé João Lúcio. O edifício, onde ficará sedeado o Polis Ria Formosa, é um dos dois expoentes únicos da arquitectura simbolista em Portugal, a par da Quinta da Regaleira. Na zona envolvente, será também recuperado o moinho de maré existente, e requalificada a zona florestal.

Noutras áreas, o Polis prevê ainda a definição de um plano de mobilidade e circulação na Ria (concurso até Dezembro), bem como os projectos de cais de acostagem e fundeadouros, cujo concurso está actualmente em fase de preparação.

Mais tarde, será realizada a consolidação dos sistemas dunares e efectuadas dragagens, num projecto que assenta em estudos já existentes, da Universidade do Algarve e que pretende melhorar a qualidade da água dentro da Ria, beneficiando fundamentalmente os viveiristas. Este projecto será complementar a um outro, o plano de gestão e valorização de sectores de actividade, envolvendo o IPIMAR, a Direcção Regional de Agricultura e Pescas e a Direcção Geral das Pescas.



Por fim, será elaborado pela sociedade Polis um plano de requalificação da rede hidrográfica, que incluirá limpeza de ribeiras, requalificação dos leitos e linhas de água e a valorização das zonas envolventes com espaços de lazer, até um máximo de 500 metros de distância do domínio hídrico.

Este plano está orçamentado em cerca de 2 milhões de euros, sem contar com a recuperação da zona do Rio Seco, em Faro, que estará interligada com a construção da segunda fase da variante, onde serão investidos 3 milhões de euros, conjuntamente com outras entidades.





No total, até Dezembro, a sociedade Polis diz que serão investidos 2,8 milhões de euros em todos os projectos.

Até Fevereiro, deverá estar concluído o levantamento das construções existentes nos espaços edificados a renaturalizar nas ilhas-barreira e ilhotes, a parte mais complexa do novo Polis Ria Formosa, uma vez que irá implicar várias demolições.


Recorde-se que o programa, em que participam as autarquias de Olhão, Faro, Loulé, Tavira e Vila Real de Santo António, terá à sua disposição uma verba de 87 milhões de euros, para executar até 2012, dos quais 42 milhões são de financiamento comunitário. Em termos de municípios, Faro é a autarquia com a maior fatia do capital social, com 14 por cento, seguida de Olhão com 11 por cento, Tavira com 7 por cento e Loulé com 3 por cento. Vila Real de Santo António, apesar de integrar a sociedade, não entrou com capital. Quanto ao financiamento não-autárquico (45,4 milhões), distribui-se entre o Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional (14,1 milhões), as autarquias envolvidas (8,5 milhões) e entidades como o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos e o Ministério da Economia e Inovação (13,7 milhões no global).



O Plano de Intervenção desta área de paisagem protegida abrange 19.245 hectares, com 48 quilómetros de frente costeira e 57 quilómetros de frente de ria, num total de 12 praias.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=25589

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Pedro Abrantes (NAMB)