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quarta-feira, 15 de abril de 2009

ARH promove debate sobre escassez de água e degradação da costa algarvia

A intrusão salina nos aquíferos, a prevenção de inundações, a degradação das zonas costeiras do Algarve e a escassez de água, são alguns dos temas em debate numa iniciativa da Administração da Região Hidrográfica do Algarve. 



O evento acontece dia 23 de Abril a partir das 9:30 horas no Complexo Pedagógico - Anfiteatro 1.5, Campus da Penha da Universidade do Algarve, Faro.

A Administração da Região Hidrográfica do Algarve, I.P. organiza uma sessão de participação pública sobre o Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Algarve, que contará com a participação de docentes da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente da Universidade do Algarve, bem como, da Universidade Aberta de Lisboa.

Por razões logísticas a participação dos interessados carece de inscrição prévia.



Inscrições até ao próximo dia 17 de Abril, que poderão ser efectuadas por ofício para o endereço da ARH Algarve, para o fax n.º 289 889099, para o endereço electrónico: partipub@arhalgarve.pt ou no site http://www.arhalgarve.pt.

Consultar mais informações (http://www.arhalgarve.pt/site/parameters/arhalgarve/files/File/upload/Sessao_de_Participacao_Publica/partpubPGRHAv2.pdf)
Programa (http://www.arhalgarve.pt/site/parameters/arhalgarve/files/File/upload/Sessao_de_Participacao_Publica/SessaoPartPub.pdf)

Fonte: Universidade do Algarve e Região Sul

http://www.ualg.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=30656&Itemid=322&lang=pt

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=93693

Imagens:

http://www.arhalgarve.pt/site/parameters/arhalgarve/files/File/upload/Sessao_de_Participacao_Publica/SessaoPartPub.pdf - Poster do Plano de Gestão da Região do Algarve – Sessão de Participação Pública

http://snirh.inag.pt/snirh/imagens_geral/dadsintese/boletim/piezometros/mapas/draot_algarve.png - Imagem dos 17 principais aquíferos do Algarve
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Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 28 de março de 2009

Afinal quanto vale a Natureza?

“Num planeta limitado, é insustentável ter uma economia baseada numa produção ilimitada”



O Condomínio da Terra decidiu atribuir um valor económico a tudo o que a Natureza faz: ar, água ou minerais valem tanto como o que o Homem produz. 

Este valor, quase o mesmo que o produto interno bruto mundial, resultou de um trabalho desenvolvido por 12 economistas e ecologistas, que dividiram a superfície do planeta em 16 biomas (de florestas tropicais a recifes de corais) e definiram 17 categorias de serviços.

Estas contas pretenderam atribuir um valor económico aos serviços ambientais prestados pelos ecossistemas, que são essenciais para a vida no planeta.

A concepção do Condomínio da Terra prevê que a manutenção dos ecossistemas seja entendida como uma actividade económica, acabando com a perspectiva actual de só atribuir valor à natureza depois de a destruir ou transformar.



“As árvores têm que valer mais vivas do que em madeira e, neste momento, uma árvore só tem rentabilidade económica quando é transformada em madeira”, frisou o ambientalista Paulo Magalhães, referindo-se à importância das florestas.

Para inverter este quadro, tornou-se necessário atribuir um valor aos serviços prestados pelos ecossistemas, para permitir contabilizar o que cada um tem a pagar ou a receber pelo seu uso ou pela sua conservação e manutenção.

“O nosso sistema de valoração é a economia, que tem que dar valor ao que nós mais precisamos e, neste momento, precisamos mais dos serviços prestados pelas florestas do que de telemóveis de quarta ou quinta geração”, salientou o principal impulsionador do Condomínio da Terra.

Nas contas da equipa liderada por Robert Costanza, o serviço ecológico mais ‘valioso’ prestado pela biosfera é a reciclagem de minerais, em especial carbono, nitrogénio e fósforo, que foi avaliada em 17 triliões de dólares anuais.


O tratamento de resíduos e filtragem de produtos tóxicos (2,28 triliões), o controlo de distúrbios climáticos (1,78), o armazenamento de água em bacias hidrográficas, reservatórios e aquíferos (1,69) e a produção de alimentos (1,39) são outros serviços cujo valor foi estimado.

Nesta lista incluem-se ainda serviços ambientais como a regulação dos níveis de gases atmosféricos poluentes (1,34), as fontes de matérias-primas (0,72), o controlo biológico de pragas e doenças (0,42) ou a protecção de habitats utilizados na reprodução e migração das espécies (0,12).

O estudo permitiu concluir, sem sombra para dúvidas, que os ecossistemas do planeta prestam serviços cujo valor económico é muito superior aos lucros gerados pela exploração tradicional dos seus recursos.

O desafio colocado pelo Condomínio da Terra é a criação de um modelo que promova a produção e manutenção dos bens vitais do planeta e, ao mesmo tempo, faça repercutir os custos de produção dos bens não essenciais que contribuem para a destruição das condições sustentáveis da biosfera.

Com este sistema, esperam os promotores do projecto que os países procurem danificar o menos possível as partes comuns do planeta e cuidem delas da melhor forma.

“Num planeta limitado, é insustentável ter uma economia baseada numa produção ilimitada”, defendeu Paulo Magalhães.


Nesse sentido, salientou a necessidade de “criar, ao lado da economia de produção, uma economia de manutenção das partes comuns”.

“Tem que haver pessoas, empresas, países, cujo trabalho é cuidar das florestas, limpar as águas, garantir o funcionamento dos ecossistemas”, frisou.

Fontes: Observatório do Algarve 

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=28237

Imagens:

http://fc04.deviantart.com/fs16/i/2007/216/b/2/Nature___by_kampongboy92.jpg - Fotografia de paisagem com nuvens

http://www.winajuda.ig.com.br/deskmod/2006-03/wallpaper_Nature_Captured_3D_by_Neo101.jpg - Imagem sobre as quatro estações

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1155279 – Fotografia de água

http://www.glowinthedark.net.au/images/800px-Fluorescent_minerals_hg.jpg - Fotografia de minerais
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Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Universitários do Núcleo de Ambiente da UAlg dão palestras sobre aquíferos na João de Deus

No âmbito da Semana da Biologia da Escola Secundária João de Deus



Nas manhãs de terça e quarta-feira, dias 24 e 25 de Março, um grupo de quatro estudantes universitários do Núcleo de Ambiente da UAlg (Namb), estarão na Escola Secundária João de Deus (ESJD), em Faro, para apresentar uma série de palestras sobre o funcionamento dos vários tipos de aquíferos. O convite foi feito por um grupo de dinâmicos estudantes do 12.ºB, envolvidos no Projecto Eco-Escolas e actualmente a trabalhar uma proposta para melhorar o desempenho ambiental da ESJD. 



Recorrendo a um pequeno modelo, pouco maior do que uma mala de viagem comum mas com capacidade para simular o funcionamento de todos os tipos de aquíferos, Luís Costa, Pedro Abrantes, Carla Inácio e Tiago Guerreiro vão estar no Laboratório de Biologia da ESJD nos dias 24 e 25 de Março, a partir das 10h00, para explicar aos alunos do 12.ºB da ESJD tudo o que há para saber sobre aquíferos (formação ou grupo de formações geológicas que podem armazenar água subterrânea). 

Assim, estes quatro estudantes do Núcleo de Ambiente da UAlg (Namb), que oferecem as palestras no âmbito da Semana de Biologia da ESJD, que decorre, justamente, a 24 e 25 de Março, vão abordar questões como as possíveis interferências dos aquíferos no ciclo da água, ou como é que os poluentes do solo entram em contacto com as águas subterrâneas. Estabelecendo sempre uma relação com as águas subterrâneas do Algarve, outra das temáticas a abordar será o fenómeno da intrusão salina. 



Esta iniciativa vem no seguimento de uma parceira criada entre um grupo de estudantes e o Namb, que foi recentemente contactado através do blogue oficial http://namb-ualg.blogspot.com/ por um grupo de estudantes do Grupo A do 12.ºB da ESJD, “um grupo bastante empreendedor que se inscreveu no projecto Eco-Escolas a nível nacional e que agora está a desenvolver um projecto que visa melhorar o desempenho ambiental da sua escola”, referem Luís Costa e Pedro Abrantes.

Este grupo de estudantes – composto por Adriana Vale, André Soares, Patrícia Mendes, Pedro Santos e Susana Alexandre –, “está disposto a pôr mãos à obra e a alterar mesmo maus hábitos ambientais da escola, aumentando a eficiência no consumo de água e energia, que são aspectos de grande relevância e preocupação nos dias que correm devido à importância vital que desempenham no nosso dia-a-dia", sublinham os responsáveis do Namb.



Sobre o Namb

O Namb - Núcleo de Ambiente da Universidade do Algarve, fundado em 13 de Novembro de 1996, é uma secção autónoma da Associação Académica da UAlg. Este núcleo multiplica-se em acções de sensibilização e informação sobre os problemas ambientais actuais, dirigidas sobretudo aos estudantes da UAlg e aos residentes na região do Algarve. Mais informações sobre o Namb estão disponíveis no respectivo blogue oficial http://namb-ualg.blogspot.com/.



Contactos para entrevistas:

Luís Costa – Presidente da Direcção do Namb

Telemóvel: 965 313 244 | luigicostex@gmail.com

Pedro Abrantes – Presidente da Mesa do Plenário do Namb

Telemóvel: 937 810 713 | abrantes.pedro@gmail.com


Especial Agradecimento: 

Ao grupo de estudantes do Grupo A do 12.ºB da Escola Secundária João de Deus em Faro (Eco-liceu) que nos propuseram esta parceria e a vão divulgar no Fórum do Liceu.

A Dr.ª Rosalina Grilo do Gabinete de Comunicação da Universidade do Algarve, por nos ter auxiliado a compor esta notícia e nos ter ajudado bastante na sua divulgação, por exemplo em http://twitter.com/UAlg/status/1349716714.

Um abraço a um grande amigo do NAMB, Nelson Pires que com o seu Blog Alma Algarvia contribuiu para a divulgação desta iniciativa em http://www.alma-algarvia.blogspot.com/.

Imagens:

Namb – Imagens do Folheto desdobrável informativo que servirá para distribuir aquando das diversas palestras no Eco-Liceu

http://namb-ualg.blogspot.com/ - Logótipo do Eco-Liceu – Projecto Ambiental do Grupo A do 12.ºB (2008/2009) da Escola Secundária João de Deus em Faro
http://namb-ualg.blogspot.com/ - Logótipo do Namb – Núcleo de Ambiente da Universidade do Algarve
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Pedro Abrantes (NAMB)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Poupar água é ganhar dinheiro

Existem muitas maneiras de poupar água hoje para a ter amanhã. Cuidar e preservar o ambiente e os seus recursos naturais é uma tarefa que cabe a todos nós. Saiba como. 


É sabido que a água é um recurso renovável, mas a sua inesgotabilidade depende da forma como o homem a utiliza.

97 por cento da água existente é salgada e os três por cento restantes são, na sua maioria, inacessíveis por se encontrarem nas montanhas altas ou nos pólos. 

Ou seja, a água que o homem tem ao seu dispor corresponde apenas a 0,5 por cento do total. 

A necessidade de água é cada vez maior e o Algarve é uma das principais regiões sujeitas ao problema da escassez deste bem essencial. 


É indispensável utilizar a água sem a desperdiçar. Poupar está nas mãos de cada um de nós e passa por simples gestos do nosso dia-a-dia.

Mudar os hábitos e instalar dispositivos mais eficientes em torneiras, chuveiros e autoclismos são pequenas atitudes que fazem toda a diferença.

Poupar 300 metros cúbicos por ano

Poupar 300 metros cúbicos de água por ano equivale a 60 mil garrafões de água de cinco litros ou a encher sete piscinas de quatro metros de largura, sete de comprimento e um metro e meio de altura. Os dados foram apresentados na revista Proteste de Junho de 2008.


Numa casa onde habitem três pessoas e com dispositivos que tenham um elevado consumo, aliado a um uso descuidado dos mesmos pode perfazer um consumo de água excessivo e de desaproveitamento (cerca de 400 metros cúbicos).

Mas se a mesma família adoptar hábitos mais económicos e utilizar dispositivos eficientes e acessórios redutores pode reduzir o consumo para 100 metros cúbicos por ano. Pode parecer insignificante, mas se multiplicarmos este número por cada casa de família do país é um facto que toma dimensões gigantescas.

Existem acessórios e dispositivos económicos para chuveiros, torneiras e autoclismos que permitem reduzir no consumo da água. Mas o principal contributo está nas atitudes de cada um de nós. 

Dicas para poupar

Comece por tomar duches curtos, em vez de banhos de imersão, não deixe a torneira aberta mais de cinco minutos e feche-a sempre que não precisar.

Nos banhos de imersão de crianças use um quarto da capacidade máxima da banheira e recolha, em garrafões, a água fria até chegar a quente.

Reduza ao mínimo o uso de água para lavagens (dentes, mãos, fazer a barba) e feche bem as torneiras.


Para cozinhar, prefira o vapor, microondas ou a panela de pressão pois poupa água, preserva as vitaminas e melhora o sabor dos alimentos.

Use as máquinas de lavar só com carga completa.

Prefira a máquina de lavar loiça do que lavá-la à mão.

Para lavar o carro use dispositivos com água sob pressão.

Nas piscinas recorra a circuitos de recirculação da água.

Reutilize águas residuais relativamente limpas para lavar pavimentos exteriores, abastecer o autoclismo ou regar o jardim.

Estes são pequenos passos que pode adoptar em casa e que fazem toda a diferença para o planeta.

O programa Eco-Famílias foi um projecto na área da poupança de energia que visou sensibilizar os consumidores para a necessidade de reduzir os consumos de água e consiste no acompanhamento dos consumos reais de água, durante um ano, das famílias residentes na região do Algarve. 

Siga o exemplo.


Se adoptarmos atitudes mais responsáveis e cuidadosas no dia-a-dia, poupamos água, energia, ajudamos a proteger o ambiente e ainda ficamos a ganhar dinheiro.

Fontes: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=22547

Imagens:

http://www.hotwaterfor.us/images/HotWater_Child-shower.jpg - Fotografia de criança a tentar agarrar a água

http://www.eccn.edu.pt/alunos/henrique_catarina/images/agua154.jpg - Fotografia de pássaro amarelo a beber água de uma torneira

http://www.woodbridgeliving.com/kid-in-hat-water-800-1.jpg - Fotografia de várias crianças a brincar com água ao ar livre

http://farm4.static.flickr.com/3035/2885576767_dd4ae2535a.jpg?v=0 – Fotografia de redutor de caudal

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKyx5HAx-IM5uA_zqJa7xXLBDLiXoeVjmNQp9dzHTrt2BwWQd2NkbcC4M469jJm3_FfMaMSMEs6QiVZRwoA9ndpLNjWTZvb1h6lys3G-z4OUKFmEJ5RfGsVRUEgPtsG5QDwTqvIyyPi0Q/s320/Crying+Child+no+water+.jpg – Fotografia de criança a chorar por não ter água para beber
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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sessão de encerramento do Projecto Eco Famílias – Água

Os resultados do Projecto Eco Famílias – Água, uma iniciativa levada a cabo em conjunto entre a Águas do Algarve SA e a Quercus, vão ser apresentados esta quinta-feira, 19, no edifício sede da Águas do Algarve, em Faro. 

Recorde-se que o projecto tem como finalidade o uso eficiente da água no sector doméstico, com vista a uma melhor gestão deste recurso natural, tendo contado com a participação de 10 famílias dos concelhos de Albufeira, Faro, Loulé, São Brás de Alportel, Olhão e Lagoa.

Fontes: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=92078

Imagens:

http://aunz.siemens.com/water/PublishingImages/CC_2097_water.jpg - Fotografia de criança a tomar banho

http://www.cm-seixal.pt/ameseixal/img/divulgacao/Ecofamilias.jpg - Logótipo do Projecto Eco-Famílias - Água no Seixal
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Pedro Abrantes (NAMB)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Uso eficiente da água em espaços verdes é tema de seminário em Faro

“Uso Eficiente da água em espaços verdes e jardins” é o mote de um seminário no próximo dia 6 de Março, no Teatro das Figuras em Faro, uma iniciativa que surge no âmbito do projecto celebrado entre a Águas do Algarve, S. A. e a Almargem intitulado “A Água no Algarve”, com vista a sensibilizar para o uso eficiente da água no sector urbano.

Os jardins e espaços verdes nos centros urbanos apresentam normalmente altos consumos de água, uma situação que deve ser alterada, a nível da concepção destes espaços mediante, por exemplo, a adopção de espécies autóctones da região, assim como, implementando tecnologias e práticas mais sustentáveis na sua manutenção e conservação.

No sentido de contribuir para a adopção de melhores práticas ao nível da boa utilização da água surge este seminário que vai contar com a presença de especialistas de renome na matéria, bem como empresas que vão apresentar soluções para alcançar um uso mais eficiente da água em espaços verdes e jardins.



O seminário técnico tem como público-alvo engenheiros, arquitectos, técnicos, projectistas, docentes universitários, estudantes da área, empresas de jardinagem, gabinetes de arquitectura, hotéis, resorts, autarcas e outros consumidores colectivos.

Concurso “Jardim das Figuras – Uma Perspectiva Sustentável”



Integrado no seminário, decorre o concurso “Jardim das Figuras – Uma Perspectiva Sustentável” com vista a incentivar os futuros projectistas a adoptar o uso de boas práticas na fase de projecto de jardins e espaços verdes, nomeadamente através da utilização eficiente de recursos, com especial destaque para a água e energia, e da aplicação de espécies vegetais adaptadas às características do clima regional.

Para mais informações é favor consultar o site:

http://www.almargem.org/index.php?article=122&visual=2&id_area=11

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91538

Imagens:

http://www.almargem.org/index.php?article=122&visual=2&id_area=11 - Seminário Técnico sobre "Uso Eficiente da Água em Espaços Verdes e Jardins", publicitado pela Almargem


http://www.pendleton.or.us/images/art020.jpg - Pintura referente à rega dum jardim

http://sustainabledan.com/weblog/wp-content/uploads/2008/03/greywater.jpg - Proposta de solução para rega através do uso eficiente de água

http://www.ion.ac.uk/images/membership/archive/16.2%20Summer%2003/gardening2.jpg - Fotomontagem de frutas e vegetais

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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Águas do Algarve faculta cópia dos editais

A Águas do Algarve disponibiliza cópia dos editais referentes ao 3º trimestre de 2008 e que são distribuídos a todos os seus clientes, podendo ser consultados também no seu sítio da Internet em http://www.aguasdoalgarve.pt/ ou solicitados directamente à Empresa.


Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=90733



Imagens:

http://www.cnalgarve.com/images/cases/aguas_algarve.jpg - Banner de sensibilização “Use a Água com sabedoria”

http://www.markelink.com/directorios/Amb2008/fotos/aguas-algarve-l01.gif - Banner com logótipo da empresa Águas do Algarve e certificações

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Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Águas do Algarve desenvolve projectos de sustentabilidade energética


A Águas do Algarve está a instalar 49 sistemas solares fotovoltaicos em infra-estruturas dos sistemas multimunicipais de abastecimento de água e saneamento de águas residuais, que vão permitir produzir cerca de 281.000kwh de energia verde por ano, com uma redução na emissão de CO2 para a atmosfera de aproximadamente 143 toneladas.

O investimento, na ordem de um milhão de euros, traduz-se também na diminuição dos custos energéticos, que em ambos os sistemas multimunicipais poderá chegar a uma poupança na factura energética de 11,3%.

A esta iniciativa a Águas do Algarve junta vários outros projectos na área das energias renováveis, de que serve de exemplo a produção de electricidade através de uma mini-hídrica a instalar na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Alcantarilha, cujo concurso público deverá ser lançado ainda durante o mês de Julho. Esta mini-hídrica, cujo projecto de instalação foi desenvolvido em parceria com a Hidropower, fará o aproveitamento da energia potencial e cinética da água existente nas condutas, produzindo electricidade através de hidro-turbinas. Com uma produção prevista, já para 2010, de quase dois milhões de kwh por ano, esta infra-estrutura permitirá reduzir a emissão de CO2 em cerca de 950 toneladas por ano.

Numa colaboração entre a Águas do Algarve, o CEEETA e o INEGI, está também a ser medido o potencial eólico em terrenos de propriedade da empresa do Grupo AdP localizados no concelho de Alcoutim, tendo em vista a futura instalação de um parque eólico.

A Águas do Algarve tem ainda em estudo a produção de energia através de centrais de digestão anaeróbia com recurso ao aproveitamento do biogás a instalar em duas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), nomeadamente Lagos e Companheira em Portimão.

Com o desenvolvimento destes e outros projectos na área da produção de energia a partir de fontes renováveis, a Águas do Algarve pretende dar o seu contributo para o cumprimento dos objectivos a que Portugal se propôs atingir com a assinatura do Protocolo de Quioto, bem como no âmbito das acções preconizadas no PEASSAR II (2007-2013), no que respeita à diversificação das fontes de energia.
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Pedro Abrantes (NAMB)