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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

REA 2007 - PORTUGAL

Viemos agradecer o facto da APA - Agência Portuguesa do Ambiente que faz parte do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, na pessoa do Director-Geral António Gonçalves Henriques nos ter enviado a versão impressa do REA 2007 - Relatório do Estado do Ambiente para Portugal no ano de 2007. Informo também que apenas existem 500 exemplares em Portugal deste documento em questão.

No Relatório do Estado do Ambiente (REA) de 2007 são evidentes progressos em alguns domínios, enquanto noutros se verifica uma evolução menos favorável, onde os efeitos já são evidentes ou são expectáveis num horizonte próximo, determinando que as medidas para assegurar a sustentabilidade têm de ser adoptadas no curto prazo. (in REA 2007, António Henriques)

No futuro será imperativo e inevitável continuar a conceber políticas, delinear estratégias, desenvolver planos e investir em soluções integradas, coerentes e de longo prazo e avaliar continuamente o desempenho das políticas, estratégias e planos. O QREN para o horizonte 2007-2013 é sem dúvida uma das ferramentas fundamentais para o reforço do paradigma da sustentabilidade. No entanto, o sucesso das políticas, estratégias, instrumentos de planeamento e projectos só será efectiva se for acompanhada de alterações nos comportamentos de cada indivíduo em particular, e das sociedades globalmente, o que passa, necessariamente, pela consciência individual e colectiva de uma cidadania ambiental. (in REA 2007, António Henriques)


Por forma a divulgar este e outros REA's de anos anteriores deixamos aqui os links para quem queira consultar os documentos referidos:

http://www.apambiente.pt/divulgacao/Publicacoes/REA/Documents/REA07_06out09.pdf

http://www.apambiente.pt/divulgacao/Publicacoes/REA/Paginas/REA.aspx

Pedro Abrantes (NAMB)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Loulé: co-incineração de resíduos vegetais “sim” mas resíduos animais “não”

Depois de um processo inicial onde a Autarquia de Loulé disse “não” à co-incineração de quaisquer resíduos na fábrica de cimento da Cimpor, naquele concelho, a edilidade acabou por aprovar o projecto de queima de resíduos vegetais.


Ouvido pela Lusa, o presidente da Câmara de Loulé, Seruca Emídio, disse que foi aprovado exclusivamente o projecto de queima de biomassa vegetal, considerando que não se trata de queima de resíduos perigosos. Já o projecto de co-incineração de resíduos animais não foi aprovado.

No entanto o homem que representa as Câmaras de Setúbal, Sesimbra e Palmela nos processos contra a co-incineração no Outão, Castanheira Barros, reagiu à notícia com uma espécie de alerta, dando a entender que este poderá ser um caminho sem retorno.


“O problema é que a co-incineração dos resíduos banais é a porta de entrada para os resíduos perigosos. Este é o primeiro passo para a cimenteira vir a obter a licença de resíduos perigosos”, considerou o responsável.


Castanheira Barros fundamenta as declarações, diz que “se mais tarde a Cimpor solicitar à Agência Portuguesa do Ambiente licença para queima de resíduos perigosos, a Câmara Municipal de Loulé nada pode fazer para impedir”.

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91527

Imagens:

http://ww1.rtp.pt/noticias/images/articles/325723/CoIncineracao.jpg - Imagem de co-Incineração com uma fábrica como fundo

http://www.novaatitude.com.br/images/cimpor_05.jpg - Imagem de marca demonstrando a nova atitude da CIMPOR, fábrica de cimento

http://blogs.knoxnews.com/knx/munger/tscablog - Fotografia de fábrica de cimento que também possui a função de co-incineradora
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Pedro Abrantes (NAMB)

domingo, 1 de junho de 2008

Previsão da qualidade do ar disponível on-line

"A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) apresentou, em Lisboa, o novo instrumento de Previsão do Índice da Qualidade do Ar, que vai permitir aos portugueses conhecerem previamente o estado do ar que se respira.

O novo instrumento vai permitir «alertar preventivamente» sobre a concentração de poluentes na atmosfera e a adopção de «comportamentos adequados» pela população e grupos de risco, nomeadamente, crianças, idosos e doentes respiratórios.

A previsão da qualidade do ar para o dia seguinte abrange os distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Faro, Lisboa, Porto e Setúbal, disponibilizando toda os dados às «18:00 horas de cada dia da semana e às 20:00 horas nos fins-de-semana e feriados, explicou Filomena Boavida, da APA.


A Previsão do Índice da Qualidade do Ar qualifica a qualidade do mesmo em cinco classes, classificando-as como, Muito Bom; Bom; Médio; Fraco e Mau, sendo determinada para cada zona ou aglomeração em Portugal e ser determinada numa previsão com recurso a modelos desenvolvidos para cada poluente em cada das 73 estações fixas de medição do ar no país.

O subdirector-geral da Saúde, José Robalo, louvou a iniciativa, uma vez que «não é depois de estar a respirar um ar com excesso de poluentes que se vai conseguir prevenir a população ou transmitir recomendações, como acontecia até agora», cita o Jornal de Notícias.

Contudo, o responsável não deixa de lamentar que a informação sobre a previsão do estado do ar «só esteja disponível às 18:00 horas» de cada dia de semana, alegando que uma disponibilização mais ágil «permitiria uma melhor e maior divulgação» dos alertas e recomendações.

A informação será fornecida gratuitamente aos meios de comunicação social e autoridades interessadas via e-mail, no portal da Agência Portuguesa do Ambiente e no site
http://www.prevqualar.org/jsp/pt/previsao_cidades.jsp, em tempo útil e tendo em vista a sua difusão."

Fonte: Jornal de Notícias