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terça-feira, 26 de maio de 2009

Conferência sobre o tema “Energia Nuclear em Portugal”

Como primeira actividade do Núcleo de Estudantes de Engenharia do Ambiente, dia 28 de Maio, às 14h15, irá ter lugar no Anfiteatro do Complexo Interdisciplinar, do Instituto Superior Técnico em Lisboa, uma Conferência sobre o tema “Energia Nuclear em Portugal”, a qual será concluída com um interessante debate. 



Para tal contamos com a presença de ilustres oradores:
Prof. José J. Delgado Domingos (IST- UTL)
Prof. Clemente Pedro Nunes (IST- UTL)
Prof. João Joanaz de Melo (FCT-UNL)

Prof. Augusto Barroso (FC-UL) 



Que estarão disponíveis para nos elucidar melhor relativamente a esta temática.
Como pontos principais nesta sessão será analisado o desempenho ambiental deste tipo de produção de energia, aspectos económicos e questões como a operacionalidade do sistema.
Não faltes!

Entrada Gratuita – com preferencial reserva de lugares em reservas@neeamb.com

Organização,
NEEA - Núcleo de Estudantes de Engenharia do Ambiente
Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa
http://www.neeamb.com
E-mail: geral@neeamb.com

Fonte: NEEA – Núcleo de Estudantes de Engenharia do Ambiente do Instituto Superior Técnico em Lisboa

http://www.neeamb.com/

Imagens:

http://www.neeamb.com/ - Cartaz da Conferência sobre o tema “Energia Nuclear em Portugal”

http://www.neeamb.com/ - Logótipo do NEEA – Núcleo de Estudantes de Engenharia do Ambiente do Instituto Superior Técnico em Lisboa

Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 16 de março de 2009

Director da Sociedade de Geografia de Lisboa no Café Oceano

José Carlos Gonçalves Viana, actual director da Sociedade de Geografia de Lisboa, ex-secretário de Estado da Marinha Mercante e ex-secretário de Estado das Pescas é o convidado da próxima edição do Café Oceano, marcada para dia 19 de Março, a partir das 18:30 horas, em Faro. 



“Qual o papel que o Oceano tem na cultura algarvia?” é a questão a que José Carlos Gonçalves Viana se propõe a responder, durante duas horas de conversa informal no Pátio das Letras. 

Nascido em Lisboa em 1932, José Carlos Gonçalves Viana tem um percurso profissional intimamente ligado às questões do mar. Em 1958 José Carlos Gonçalves Viana obteve o grau de licenciado como Engenheiro Mecânico Aeronáutico, pelo Instituto Superior Técnico. 

Em 1970 aceitou o cargo de administrador da Empresa Insulana de Navegação e, mais tarde, já depois de Abril de 1974, assegurou funções semelhantes na Companhia Portuguesa de Transportes Marítimos, ou CTM, resultante da fusão daquela empresa com a Colonial de Navegação. 

Em Julho de 1974 foi requisitado para Secretário de Estado da Marinha Mercante, onde permaneceu até Março de 1975. Daí até 1978 trabalhou em Angola, como presidente da Sociedade de Armadores de Pesca de Angola (ARAN), e no Brasil, enquanto director de uma agência de navegação. 



Entre 1981 e 1982 foi Secretário de Estado das Pescas e nos últimos anos desta década foi presidente da Soponata, até 1991, altura em que também já desempenhava as funções de vice-presidente da International Shipping Federation. 

É, desde 1985, membro da Academia de Marinha, onde foi durante alguns anos secretário-geral e vice-presidente, com o pelouro da classe de Artes, Letras e Ciências (actualmente é membro emérito). 

José Carlos Gonçalves Viana assume, desde Março de 2005, a direcção da Associação do Sotavento Algarvio (ASA), sedeada em Tavira.

Fontes: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=92687

Imagens:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHCOPlygRWz2c3jJ9ie7Mjroko-zJISc4t9Ov88UvwnpWODaG4zaoTZh-nRsQ-bUBh2IvsjEH0IOr9ahw-OFc1x5Z-WK_MK1E3-1qAYF6F_aj6ElkzgC0NoODdWc4zbEvUQQ2lfZMyj1s/s1600-h/CafeOceano09.JPG - Poster da Tertúlia no Café Oceano “Qual o papel que o Oceano tem na cultura algarvia?”

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhD47tso1cp5uJs5Rhj-0-IoPefOzsJE8XbzoynCKi2S7oggbMYwbkSXJQvkZuqOQgtt9X2DrfxHWeDFa1ztOJGKZsL565EUDHd7OE-Kd-H_ME17uhBEIjus-256vDoUcaCq4eRj1Jx7Jg/s1600-r/LogoCafebis.jpg - Logótipo do Café Oceano


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Curso Certificação Ambiental da Construção Sustentável - Sistema LiderA - Curso de Assessores

Nos últimos anos a importância do ambiente e a noção de sustentabilidade na construção, os princípios, as técnicas e as formas de o avaliar, têm evoluído significativamente, constituindo um importante desafio num mercado cada vez mais competitivo.

Nesse contexto, os sistemas voluntários destacam-se como uma possibilidade de certificar efectivamente essa sustentabilidade nos ambientes construídos, promovendo a liderança também pelo ambiente. Estes sistemas estão presentes em diversos países.



Em Portugal foi criado no Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST, um sistema voluntário, designado de LiderA (Liderar pelo Ambiente), que evidencia quais os aspectos a considerar para o bom desempenho do edificado no sentido da sustentabilidade, bem como os mecanismos que permitem avaliar e reconhecer/certificar esse desempenho ambiental.

Junto envio informação sobre o curso Certificação Ambiental da Construção Sustentável - Sistema LiderA - Curso de Assessores que se irá realizar na EST-UAlg nos dias 20 e 21 de Janeiro. Este curso é da responsabilidade do Prof. Manuel Duarte Pinheiro (http://www.lidera.info/).



É do interesse de arquitectos, engenheiros, gestores e promotores de empreendimentos edificados com responsabilidade na vertente ambiental e/ou da sustentabilidade.

O custo de inscrição é de 450 €. Para alunos, ex-alunos e docentes da EST/UAlg, se inscritos a título individual, 405 € (correspondente a 10% de desconto).

O número de vagas está limitado a 30, sendo preenchidas por ordem de chegada das inscrições acompanhadas do respectivo pagamento.




Ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, Fátima Farinha, Prof. Coordenadora ADEC-EST-UAlg, Email: mfarinha@ualg.pt

Fonte: Empresa LiderA

http://www.lidera.info/

Imagens:

http://www.lidera.info/ - Logótipo da LiderA

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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

SILVES: Escola "constrói" Casa Limpa

Uma Casa Limpa preparada para produzir energia eléctrica está a ser construída na Escola Secundária de Silves.


Segundo os mentores, trata-se de um projecto pioneiro em Portugal, que visa sensibilizar para a utilização de energias renováveis.

A casa pré-fabricada de madeira produzirá energia eléctrica limpa através da instalação de painéis fotovoltaicos, que captarão a energia solar, e de um aerogerador, que captará a energia eólica (vento).

Segundo o coordenador do projecto, os dois sistemas em conjunto poderão produzir energia na ordem dos 500 watts, o que permitirá assegurar a iluminação da casa e o funcionamento de uma televisão e de um computador.

Um sistema térmico permitirá ainda aquecer a água da casa - de tipologia T0 e sem casa de banho, mas com pontos de água -, acrescentou Luís de Abreu, mentor do projecto "Casa Limpa - Autonomia Energética".

A ideia é que parte da energia produzida seja lançada na rede pública, embora em quantidade pouco significativa, explicou o professor de Electrotecnia, que começou a desenhar o projecto há mais de um ano.

Ladeada por um jardim com rega monitorizada e com acessos feitos em calçada portuguesa, a casa, que ficará instalada no pátio daquela escola, ao lado de uma nora, deverá poder ser visitada a partir de Maio.



Por enquanto pouco se vê no terreno, apenas algumas tubagens e pequenos blocos a delimitar a área, pois o projecto começou a ser implementado há menos de um mês, apesar de já despertar a curiosidade da comunidade escolar.

O projecto é considerado pioneiro pelo seu mentor, por ser feito numa escola e pelo facto de o objectivo ser produzir energia para que possa ser utilizada não só na casa, como eventualmente lançada na rede.

Envolve os professores do grupo de Electrotecnia e cerca de duas dezenas de alunos, que serão integrados na actividade, com a missão principal de sensibilizar para a utilização de energias renováveis.

Rui Quintas, também professor daquele grupo, diz que a grande batalha deste tipo de projectos é mostrar que o futuro "está aqui, nestas tecnologias" ligadas às energias renováveis.

O professor, que estudou numa Escola Industrial, tal como era a de Silves quando foi criada, em 1959, lamenta que a partir da Revolução de 25 de Abril, se tenha criado no país uma mentalidade de "doutores".

"A partir dessa altura começou a pensar-se que Portugal só precisava de doutores e senti que a minha escola estava a morrer", recorda, sublinhando que o mercado de trabalho precisa muito de técnicos como os que são formados na escola de Silves.



A obra começou com um orçamento de cerca de 15 mil euros, mas a fasquia já terá atingido os 50 mil euros, apesar da construção da estrutura e todos os equipamentos tenham sido cedidos por empresas.

O município de Silves também tem prestado algum apoio, assim como o Instituto Superior Técnico (IST), e o departamento de Geografia, Geofísica e Energia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que têm dado apoio científico ao projecto.

Numa fase posterior, a escola quer estender a produção de energia limpa a todo o perímetro escolar, com a colocação de mais painéis fotovoltaicos e outros sistemas.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=26187

Imagens:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHEJJ54U150yV2N-myXcAilms5hht5bkxThldysQ1W3uv9OkbHyVNOcSUCnT3i2I55lFCGa0TaEnctwFSReCk0-yEJitre0jeYZ2VV-EdOBRyw0yphJUwOP_w-kY-ZgVz0eLs1YpxQ2Bc/s1600-h/casa_eco_www.planetaorganico.com.br.gif - Fotografia de Casa Limpa, Amiga do Ambiente

http://www.aleksandarrodic.com/images/content/energy_plant_2_full.jpg - Imagem alusiva à Energia Eólica

http://www.envirotherm.ie/images/solar-energy%5B1%5D.jpg – Imagem de Casa a utilizar Energia Fotovoltaica

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Pedro Abrantes (NAMB)