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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Praias algarvias recebem um milhão de euros

As autoridades ambientais vão investir este ano mais de um milhão de euros em doze praias algarvias, para evitar a erosão costeira e melhorar a segurança. 

Os trabalhos, que terão início no final da presente época balnear, contemplam também a melhoria dos acessos e estacionamento, a requalificação de espaços envolventes, balizamento de zonas de risco e alimentações de areia em praias com falésia, adiantou fonte da CCDR/Algarve à agência Lusa.

Iniciado em 2007, o investimento para a requalificação das praias algarvias previsto para 2008 e 2009 ascende a mais de três milhões de euros. 

Do total de investimentos previstos para este ano, a maior fatia será aplicada na contenção das arribas na Praia do Carvoeiro, em Lagoa, e no Plano de Praia do Castelo, em Albufeira, onde serão gastos 410 mil euros.

Nas "intervenções para minorar o risco" que vão incidir nas arribas das praias da Batata (Lagos) e da Albandeira (Lagoa), na vedação de Algares em João D’Arens (Portimão) e no balizamento de zonas de risco na Torre da Medronheira (Albufeira) e no Forte Novo (Loulé), serão aplicados 230 mil euros.

Serão ainda investidos 380 mil euros na melhoria dos acessos, estacionamentos e requalificação das zonas envolventes das praias do Camilo (Lagos), Olival (Lagoa), Coelha, Santa Eulália e Manuel Lourenço (Albufeira).

A intervenção na Praia da Coelha, em Albufeira, incluiu também a instalação de iluminação pública fotovoltaica, com carácter experimental, constituindo uma aposta da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, na utilização de energias renováveis em espaços públicos. 

As verbas aplicadas na requalificação das praias algarvias são provenientes de fundos comunitários do Programa Operacional Temático Valorização do Território (POVT), PROALGARVE, Programa do Turismo (PIT), Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e câmaras municipais.

De acordo com a CCDR/Algarve, no plano de investimentos para 2009, encontra-se a intervenção na Praia da Dona Ana, em Lagos, onde vão ser gastos mais de 1,6 milhões de euros, na consolidação das arribas e na alimentação artificial da praia.

A obra prevista no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Burgau/Vilamoura vai aumentar a capacidade balnear e a segurança dos utentes, com o alargamento do areal em cerca de 40 metros, mediante a deposição de areia que será retirada a cerca de 35 metros de profundidade ao largo da Ponta da Piedade.

A requalificação daquela praia, resulta de uma parceria entre o Instituto da Água, a CCDR/Algarve e a Câmara Municipal de Lagos, decorrendo os procedimentos administrativos do concurso da empreitada da alimentação de areia.

Fontes: Observatório do Algarve

http://www.algarveobserver.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=23588

Imagens:

http://www.imatico.lu/3_tourism_vale_do_lobo.jpg - Fotografia da Praia de Vale de Lobo, no Algarve

http://www.spec-net.com.au/press/1207/images/gre051207_img01.jpg - Fotografias de iluminação de rua com recurso a painéis fotovoltaicos

http://namb-ualg.blogspot.com/search/label/CCDR%20Alg – Logótipo da CCDRAlg - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve

http://www.movitrom.com/files_produtos/solar/ilum_solar/thumb_western1.jpg - Imagem de iluminação de rua com recurso a painéis fotovoltaicos

http://www.vakantieappartementenalgarve.nl/files_holiday_apartments_europe_uk/map_algarve_12.jpg - Imagem do mapa do Algarve

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Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Águas do Algarve aposta na energia "VERDE"!

A energia solar fotovoltaica é, por enquanto, a principal imagem da aposta da Águas do Algarve (AdA), SA em desenvolver energia "VERDE", mas a empresa está a preparar-se para explorar outros modelos de produção.

Poupar custos e reduzir a emissão de gases com efeito de estufa para a atmosfera são os principais objectivos a atingir com esta SUPER iniciativa.
Se todas as empresas portuguesas fossem assim tão ambientalmente activas, nem seria necessário perder-se tanto dinheiro em limpar o Ambiente, porque indirectamente essa tarefa seria efectuada com a adopção das práticas "LIMPAS" destas corporações. Seríamos um exemplo a seguir pelo resto do Mundo!

Fonte: Região Sul

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=91582

Imagens:

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=274799 – Fotografia do Sol recortado de Espuma, com óculos de sol

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=557815 – Fotografia de uma placa Fotovoltaica, para acumular Energia Solar e a transformar em Energia Eléctrica
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Pedro Abrantes (NAMB)

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

SILVES: Escola "constrói" Casa Limpa

Uma Casa Limpa preparada para produzir energia eléctrica está a ser construída na Escola Secundária de Silves.


Segundo os mentores, trata-se de um projecto pioneiro em Portugal, que visa sensibilizar para a utilização de energias renováveis.

A casa pré-fabricada de madeira produzirá energia eléctrica limpa através da instalação de painéis fotovoltaicos, que captarão a energia solar, e de um aerogerador, que captará a energia eólica (vento).

Segundo o coordenador do projecto, os dois sistemas em conjunto poderão produzir energia na ordem dos 500 watts, o que permitirá assegurar a iluminação da casa e o funcionamento de uma televisão e de um computador.

Um sistema térmico permitirá ainda aquecer a água da casa - de tipologia T0 e sem casa de banho, mas com pontos de água -, acrescentou Luís de Abreu, mentor do projecto "Casa Limpa - Autonomia Energética".

A ideia é que parte da energia produzida seja lançada na rede pública, embora em quantidade pouco significativa, explicou o professor de Electrotecnia, que começou a desenhar o projecto há mais de um ano.

Ladeada por um jardim com rega monitorizada e com acessos feitos em calçada portuguesa, a casa, que ficará instalada no pátio daquela escola, ao lado de uma nora, deverá poder ser visitada a partir de Maio.



Por enquanto pouco se vê no terreno, apenas algumas tubagens e pequenos blocos a delimitar a área, pois o projecto começou a ser implementado há menos de um mês, apesar de já despertar a curiosidade da comunidade escolar.

O projecto é considerado pioneiro pelo seu mentor, por ser feito numa escola e pelo facto de o objectivo ser produzir energia para que possa ser utilizada não só na casa, como eventualmente lançada na rede.

Envolve os professores do grupo de Electrotecnia e cerca de duas dezenas de alunos, que serão integrados na actividade, com a missão principal de sensibilizar para a utilização de energias renováveis.

Rui Quintas, também professor daquele grupo, diz que a grande batalha deste tipo de projectos é mostrar que o futuro "está aqui, nestas tecnologias" ligadas às energias renováveis.

O professor, que estudou numa Escola Industrial, tal como era a de Silves quando foi criada, em 1959, lamenta que a partir da Revolução de 25 de Abril, se tenha criado no país uma mentalidade de "doutores".

"A partir dessa altura começou a pensar-se que Portugal só precisava de doutores e senti que a minha escola estava a morrer", recorda, sublinhando que o mercado de trabalho precisa muito de técnicos como os que são formados na escola de Silves.



A obra começou com um orçamento de cerca de 15 mil euros, mas a fasquia já terá atingido os 50 mil euros, apesar da construção da estrutura e todos os equipamentos tenham sido cedidos por empresas.

O município de Silves também tem prestado algum apoio, assim como o Instituto Superior Técnico (IST), e o departamento de Geografia, Geofísica e Energia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que têm dado apoio científico ao projecto.

Numa fase posterior, a escola quer estender a produção de energia limpa a todo o perímetro escolar, com a colocação de mais painéis fotovoltaicos e outros sistemas.

Fonte: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=26187

Imagens:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHEJJ54U150yV2N-myXcAilms5hht5bkxThldysQ1W3uv9OkbHyVNOcSUCnT3i2I55lFCGa0TaEnctwFSReCk0-yEJitre0jeYZ2VV-EdOBRyw0yphJUwOP_w-kY-ZgVz0eLs1YpxQ2Bc/s1600-h/casa_eco_www.planetaorganico.com.br.gif - Fotografia de Casa Limpa, Amiga do Ambiente

http://www.aleksandarrodic.com/images/content/energy_plant_2_full.jpg - Imagem alusiva à Energia Eólica

http://www.envirotherm.ie/images/solar-energy%5B1%5D.jpg – Imagem de Casa a utilizar Energia Fotovoltaica

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Pedro Abrantes (NAMB)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Águas do Algarve desenvolve projectos de sustentabilidade energética


A Águas do Algarve está a instalar 49 sistemas solares fotovoltaicos em infra-estruturas dos sistemas multimunicipais de abastecimento de água e saneamento de águas residuais, que vão permitir produzir cerca de 281.000kwh de energia verde por ano, com uma redução na emissão de CO2 para a atmosfera de aproximadamente 143 toneladas.

O investimento, na ordem de um milhão de euros, traduz-se também na diminuição dos custos energéticos, que em ambos os sistemas multimunicipais poderá chegar a uma poupança na factura energética de 11,3%.

A esta iniciativa a Águas do Algarve junta vários outros projectos na área das energias renováveis, de que serve de exemplo a produção de electricidade através de uma mini-hídrica a instalar na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Alcantarilha, cujo concurso público deverá ser lançado ainda durante o mês de Julho. Esta mini-hídrica, cujo projecto de instalação foi desenvolvido em parceria com a Hidropower, fará o aproveitamento da energia potencial e cinética da água existente nas condutas, produzindo electricidade através de hidro-turbinas. Com uma produção prevista, já para 2010, de quase dois milhões de kwh por ano, esta infra-estrutura permitirá reduzir a emissão de CO2 em cerca de 950 toneladas por ano.

Numa colaboração entre a Águas do Algarve, o CEEETA e o INEGI, está também a ser medido o potencial eólico em terrenos de propriedade da empresa do Grupo AdP localizados no concelho de Alcoutim, tendo em vista a futura instalação de um parque eólico.

A Águas do Algarve tem ainda em estudo a produção de energia através de centrais de digestão anaeróbia com recurso ao aproveitamento do biogás a instalar em duas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), nomeadamente Lagos e Companheira em Portimão.

Com o desenvolvimento destes e outros projectos na área da produção de energia a partir de fontes renováveis, a Águas do Algarve pretende dar o seu contributo para o cumprimento dos objectivos a que Portugal se propôs atingir com a assinatura do Protocolo de Quioto, bem como no âmbito das acções preconizadas no PEASSAR II (2007-2013), no que respeita à diversificação das fontes de energia.
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Pedro Abrantes (NAMB)