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Fonte: AAUALG - Associação Académica da Universidade do Algarve
http://www.aaualg.pt/ie/pagprincipal.asp
http://dgaaualg.wordpress.com/
Pedro Abrantes (NAMB)
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Fonte: AAUALG - Associação Académica da Universidade do Algarve
http://www.aaualg.pt/ie/pagprincipal.asp
http://dgaaualg.wordpress.com/
Pedro Abrantes (NAMB)

Fonte: AAUALG - Associação Académica da Universidade do Algarve
Para alguns a Semana Académica da Universidade do Algarve não é mais do que uma semana de concertos e uma manifestação de lazer!

Não esqueçamos que a Semana Académica é organizada maioritariamente por estudantes que, com empenho e voluntarismo, dedicam todo o seu tempo durante alguns meses, no sentido de proporcionar à Academia e à Comunidade uma festa especial. Resumindo a Semana Académica é BRUTAL!!!

As comissões candidatam-se às barraquinhas, que perfazem um número aproximado de 30 barraquinhas, apresentando a sua composição e ideias originais para toda a semana. Os projectos devem ser criativos e cheios de animação, pois todos eles estão habilitados a vencer o prémio da Melhor Barraquinha de Curso da S.A.2009.


O projecto Triple I – Integration, Interaction and Institutions, coordenado pela University of Turku, na Finlândia, insere-se no âmbito do programa de mobilidade Erasmus Mundus External Cooperation Window. A UAlg é uma das 19 universidades, europeias e russas, a participar no Triple I, que atribui bolsas de estudo e de investigação a licenciados, mestres, doutorados e pós-doutorados, assim como a docentes, para prosseguimento de estudos numa destas instituições de ensino superior. As candidaturas terminam a 22 de Abril de 2009.

Assim, o Triple I atribui bolsas de estudo e investigação, no contexto do tema Integration, Interaction and Institutions, a licenciados, mestres, doutorados e pós-doutorados, assim como a docentes, para prosseguimento de estudos numa das 19 instituições de ensino superior europeias e russas que integram este projecto.

A duração das bolsas pode variar entre um semestre e 34 meses, sendo que as bolsas para professores terão uma duração de entre 1 a 3 meses. Cidadãos europeus e russos podem candidatar-se até ao dia 22 de Abril, sendo que toda a informação sobre o programa está disponível em http://www.utu.fi/iii.

O algarveprimeiro entrevistou Eduardo Gonçalo, Presidente da Associação Académica da Universidade do Algarve e percebeu quais são as principais lacunas, prioridades e linhas de orientação deste organismo ao serviço dos estudantes da região.

Ao mesmo tempo e, atendendo à realidade profissional dos licenciados, quer na região, quer no país, destacou a importância em criar um gabinete de saídas profissionais em parceria com a Universidade do Algarve porque: “os tempos já são difíceis, pelo que construir dentro da universidade um espaço que oriente os alunos no mundo profissional, parece-me uma prioridade; criar parcerias e dar a conhecer os cursos para o exterior, pois a universidade não se pode fechar dentro de si mesma. É fundamental que o mundo profissional saiba que existem bons profissionais das mais variadas áreas na UAlg”.
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Quanto ao Faro Júnior, “tem por objectivo proporcionar ás crianças com mais dificuldades, portadoras de deficiência e outras limitações, contactar mais de perto com esta realidade, de ver o seu artista preferido em palco, de estar no recinto e de receber apoio. É por tudo isto que, muitas vezes o reconhecimento dos farenses fica esquecido”.

Refira-se que a Aaualg conta hoje com 5 bares de restauração distribuídos entre Faro e Portimão e ainda, 4 centros de cópias.

Investigadores da Universidade de Coimbra identificaram seis microalgas com elevada capacidade para produção de biodiesel.

Os cientistas recorreram a um bio-reactor, equipamento que desenvolveram para fornecer as condições óptimas ao rápido crescimento das microalgas.

Até agora, a produção de biodiesel tem sido feita com óleos vegetais tradicionais, mas, sublinhou a investigadora da FCTUC, “estudos recentes mostram que, para se atingir quantidades suficientes para a comercialização, é necessário recorrer a práticas agrícolas intensivas insustentáveis”.

“Seria extremamente importante criarem-se pequenos cultivos de microalgas em zonas agrícolas próximas de unidades industriais”, como forma de limpar a poluição emitida para a atmosfera, sublinhou.

O cultivo de microalgas junto de estações de tratamento de esgotos é outra das possibilidades apontadas pela investigadora.
