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quinta-feira, 26 de março de 2009

8 milhões para a Praia da Rocha

A Praia da Rocha entrou na terceira fase de requalificação urbana, uma obra que, no total, ascende aos 8 milhões de euros. 



A terceira fase da requalificação urbana da Praia da Rocha decorreu até ao mês passado, Fevereiro de 2009 e incidiu na zona da Avenida Tomás Cabreira compreendida entre os antigos Correios e a Fortaleza de Santa Catarina.

Esta fase da obra, orçada em mais de dois milhões de euros, visa redefinir a circulação automóvel e o estacionamento naquela área, ao mesmo tempo que será ampliado o espaço pedonal e ordenada a ocupação da via pública.



Desde o início da requalificação urbana da Praia da Rocha, em 2005, o município de Portimão já investiu cerca de oito milhões de euros, numa obra que abrange a Avenida Tomás Cabreira e o areal. 

A terceira fase inclui a eliminação de barreiras arquitectónicas, a substituição por calçada do pavimento existente (passeios e faixa de rodagem) e a renovação da rede de águas e esgotos.



Novo mobiliário urbano, reforço da iluminação, criação de novos espaços de lazer e aumento da área verde, são outros aspectos que vão dar nova vida àquele espaço.

O troço entre o Hotel Júpiter e o bar On The Rocks vai ser alvo de renovação da iluminação pública, enquanto desta zona até ao Miradouro a intervenção incidirá sobretudo na substituição de pavimento.



A Praia da Rocha vai passar a ser servida por uma ciclovia, construída ao longo de toda a Avenida Tomás Cabreira.

Fontes: Observatório do Algarve 

http://www.algarveobserver.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=24823

Imagens:

http://www.algarveobserver.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=24823 – Imagem 3D da requalificação da zona da Praia da Rocha em Portimão

http://www.portitv.com/v2/files/62578d4502fe96a1b6dfaee2a25e7f03.jpg - Fotografia aérea da Praia da Rocha envolvendo a Marina de Portimão

http://www.cm-portimao.pt/NR/rdonlyres/98BF8EB1-4CC6-4244-815E-BD37714D5532/0/Fot_AreDesPraRocDesVer.jpg - Fotografia de animação de praia, na praia da Rocha em Portimão

http://img.olhares.com/data/big/104/1045040.jpg - Fotografia de José Augusto Neves da Praia da Rocha em Portimão à noite
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Pedro Abrantes (NAMB)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Poupar água é ganhar dinheiro

Existem muitas maneiras de poupar água hoje para a ter amanhã. Cuidar e preservar o ambiente e os seus recursos naturais é uma tarefa que cabe a todos nós. Saiba como. 


É sabido que a água é um recurso renovável, mas a sua inesgotabilidade depende da forma como o homem a utiliza.

97 por cento da água existente é salgada e os três por cento restantes são, na sua maioria, inacessíveis por se encontrarem nas montanhas altas ou nos pólos. 

Ou seja, a água que o homem tem ao seu dispor corresponde apenas a 0,5 por cento do total. 

A necessidade de água é cada vez maior e o Algarve é uma das principais regiões sujeitas ao problema da escassez deste bem essencial. 


É indispensável utilizar a água sem a desperdiçar. Poupar está nas mãos de cada um de nós e passa por simples gestos do nosso dia-a-dia.

Mudar os hábitos e instalar dispositivos mais eficientes em torneiras, chuveiros e autoclismos são pequenas atitudes que fazem toda a diferença.

Poupar 300 metros cúbicos por ano

Poupar 300 metros cúbicos de água por ano equivale a 60 mil garrafões de água de cinco litros ou a encher sete piscinas de quatro metros de largura, sete de comprimento e um metro e meio de altura. Os dados foram apresentados na revista Proteste de Junho de 2008.


Numa casa onde habitem três pessoas e com dispositivos que tenham um elevado consumo, aliado a um uso descuidado dos mesmos pode perfazer um consumo de água excessivo e de desaproveitamento (cerca de 400 metros cúbicos).

Mas se a mesma família adoptar hábitos mais económicos e utilizar dispositivos eficientes e acessórios redutores pode reduzir o consumo para 100 metros cúbicos por ano. Pode parecer insignificante, mas se multiplicarmos este número por cada casa de família do país é um facto que toma dimensões gigantescas.

Existem acessórios e dispositivos económicos para chuveiros, torneiras e autoclismos que permitem reduzir no consumo da água. Mas o principal contributo está nas atitudes de cada um de nós. 

Dicas para poupar

Comece por tomar duches curtos, em vez de banhos de imersão, não deixe a torneira aberta mais de cinco minutos e feche-a sempre que não precisar.

Nos banhos de imersão de crianças use um quarto da capacidade máxima da banheira e recolha, em garrafões, a água fria até chegar a quente.

Reduza ao mínimo o uso de água para lavagens (dentes, mãos, fazer a barba) e feche bem as torneiras.


Para cozinhar, prefira o vapor, microondas ou a panela de pressão pois poupa água, preserva as vitaminas e melhora o sabor dos alimentos.

Use as máquinas de lavar só com carga completa.

Prefira a máquina de lavar loiça do que lavá-la à mão.

Para lavar o carro use dispositivos com água sob pressão.

Nas piscinas recorra a circuitos de recirculação da água.

Reutilize águas residuais relativamente limpas para lavar pavimentos exteriores, abastecer o autoclismo ou regar o jardim.

Estes são pequenos passos que pode adoptar em casa e que fazem toda a diferença para o planeta.

O programa Eco-Famílias foi um projecto na área da poupança de energia que visou sensibilizar os consumidores para a necessidade de reduzir os consumos de água e consiste no acompanhamento dos consumos reais de água, durante um ano, das famílias residentes na região do Algarve. 

Siga o exemplo.


Se adoptarmos atitudes mais responsáveis e cuidadosas no dia-a-dia, poupamos água, energia, ajudamos a proteger o ambiente e ainda ficamos a ganhar dinheiro.

Fontes: Observatório do Algarve

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=22547

Imagens:

http://www.hotwaterfor.us/images/HotWater_Child-shower.jpg - Fotografia de criança a tentar agarrar a água

http://www.eccn.edu.pt/alunos/henrique_catarina/images/agua154.jpg - Fotografia de pássaro amarelo a beber água de uma torneira

http://www.woodbridgeliving.com/kid-in-hat-water-800-1.jpg - Fotografia de várias crianças a brincar com água ao ar livre

http://farm4.static.flickr.com/3035/2885576767_dd4ae2535a.jpg?v=0 – Fotografia de redutor de caudal

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKyx5HAx-IM5uA_zqJa7xXLBDLiXoeVjmNQp9dzHTrt2BwWQd2NkbcC4M469jJm3_FfMaMSMEs6QiVZRwoA9ndpLNjWTZvb1h6lys3G-z4OUKFmEJ5RfGsVRUEgPtsG5QDwTqvIyyPi0Q/s320/Crying+Child+no+water+.jpg – Fotografia de criança a chorar por não ter água para beber
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Pedro Abrantes (NAMB)

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Praias algarvias recebem um milhão de euros

As autoridades ambientais vão investir este ano mais de um milhão de euros em doze praias algarvias, para evitar a erosão costeira e melhorar a segurança. 

Os trabalhos, que terão início no final da presente época balnear, contemplam também a melhoria dos acessos e estacionamento, a requalificação de espaços envolventes, balizamento de zonas de risco e alimentações de areia em praias com falésia, adiantou fonte da CCDR/Algarve à agência Lusa.

Iniciado em 2007, o investimento para a requalificação das praias algarvias previsto para 2008 e 2009 ascende a mais de três milhões de euros. 

Do total de investimentos previstos para este ano, a maior fatia será aplicada na contenção das arribas na Praia do Carvoeiro, em Lagoa, e no Plano de Praia do Castelo, em Albufeira, onde serão gastos 410 mil euros.

Nas "intervenções para minorar o risco" que vão incidir nas arribas das praias da Batata (Lagos) e da Albandeira (Lagoa), na vedação de Algares em João D’Arens (Portimão) e no balizamento de zonas de risco na Torre da Medronheira (Albufeira) e no Forte Novo (Loulé), serão aplicados 230 mil euros.

Serão ainda investidos 380 mil euros na melhoria dos acessos, estacionamentos e requalificação das zonas envolventes das praias do Camilo (Lagos), Olival (Lagoa), Coelha, Santa Eulália e Manuel Lourenço (Albufeira).

A intervenção na Praia da Coelha, em Albufeira, incluiu também a instalação de iluminação pública fotovoltaica, com carácter experimental, constituindo uma aposta da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, na utilização de energias renováveis em espaços públicos. 

As verbas aplicadas na requalificação das praias algarvias são provenientes de fundos comunitários do Programa Operacional Temático Valorização do Território (POVT), PROALGARVE, Programa do Turismo (PIT), Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e câmaras municipais.

De acordo com a CCDR/Algarve, no plano de investimentos para 2009, encontra-se a intervenção na Praia da Dona Ana, em Lagos, onde vão ser gastos mais de 1,6 milhões de euros, na consolidação das arribas e na alimentação artificial da praia.

A obra prevista no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Burgau/Vilamoura vai aumentar a capacidade balnear e a segurança dos utentes, com o alargamento do areal em cerca de 40 metros, mediante a deposição de areia que será retirada a cerca de 35 metros de profundidade ao largo da Ponta da Piedade.

A requalificação daquela praia, resulta de uma parceria entre o Instituto da Água, a CCDR/Algarve e a Câmara Municipal de Lagos, decorrendo os procedimentos administrativos do concurso da empreitada da alimentação de areia.

Fontes: Observatório do Algarve

http://www.algarveobserver.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=23588

Imagens:

http://www.imatico.lu/3_tourism_vale_do_lobo.jpg - Fotografia da Praia de Vale de Lobo, no Algarve

http://www.spec-net.com.au/press/1207/images/gre051207_img01.jpg - Fotografias de iluminação de rua com recurso a painéis fotovoltaicos

http://namb-ualg.blogspot.com/search/label/CCDR%20Alg – Logótipo da CCDRAlg - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve

http://www.movitrom.com/files_produtos/solar/ilum_solar/thumb_western1.jpg - Imagem de iluminação de rua com recurso a painéis fotovoltaicos

http://www.vakantieappartementenalgarve.nl/files_holiday_apartments_europe_uk/map_algarve_12.jpg - Imagem do mapa do Algarve

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Pedro Abrantes (NAMB)

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Energia: Lares portugueses podiam poupar 174 milhões/ano

Uma utilização mais eficiente da energia no sector doméstico e nas PME industriais permitiria iluminar 696 mil lares portugueses e 15 mil empresas durante um ano, de acordo com os dados do 2º Índice de Eficiência Energética elaborado pela UNION FENOSA.

De acordo com o relatório, os lares portugueses poderiam poupar até 174 milhões de euros por ano, já que desperdiçam cerca de 9,8% da energia que consomem ou 1.811 GWh. Com a adopção de melhores hábitos, os portugueses evitariam a emissão de 670 mil toneladas de dióxido de carbono, o mesmo que absorveriam 6,7 milhões de árvores. 

Comparando com os resultados de 2007, os portugueses registaram uma melhoria de 0,1 pontos (de 6,0 para 6,1, numa escala máxima de 10), o que lhes permitiu poupar cerca de 3,6 milhões de euros. Entre os pontos fortes dos resultados do estudo destacam-se alguns hábitos eficientes dos lares portugueses como, por exemplo, a precaução de não introduzir comida quente no frigorífico ou a atenção à etiquetagem energética ao comprar um electrodoméstico. Os portugueses também usam de forma eficiente as máquinas de lavar roupa ou louça.

Por Distrito, as cidades de Santarém (+0,58 pontos) e Porto (+0,72) foram as que mais melhoraram em termos de eficiência energética face a 2007.

PME Industriais poderiam poupar até 150 milhões de euros por ano

As pequenas e médias empresas (PME) do sector industrial em Portugal poderiam poupar até 150 milhões de euros por ano com uma utilização mais eficiente da energia. De acordo com o relatório da UNION FENOSA, o índice de Eficiência Energética nas PME industriais atinge um valor de 3,1 pontos num máximo de 10. Isto corresponde a um desperdício de cerca de 16,7% da energia que consomem ou 2.031 GWh. 

Com a adopção de melhores hábitos e o investimento na inovação tecnológica seria evitada a emissão de 750 mil toneladas de dióxido de carbono, tanto como o que podem absorver 7,5 milhões de árvores. No último ano, a eficiência energética das PME portuguesas melhorou 0,1 pontos, para os 3,1. Este número equivale a uma poupança de 45 milhões de KWh/ano ou 3,6 milhões de euros.

Entre os pontos fortes dos resultados do estudo destacam-se as melhorias substanciais em alguns hábitos eficientes das PME industriais portuguesas como, por exemplo, o aumento do número de empresas que dispõem de programas de manutenção e limpeza de lâmpadas (de 31% em 2007, para 69% em 2008).

As PME mais eficientes encontram-se no distrito de Bragança (4,3). Lisboa e o Porto estão ambas ligeiramente acima da média nacional, com 3,1.


Fontes: Algarve Press

http://www.algarvepress.net/conteudo.php?menu=-1&cat=Regional&scat=Economia&id=3176

Imagens:

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1146593 – Imagem do desenho duma lâmpada acesa

http://upload.moldova.org/economie/energie/union_fenosa.jpg - Imagem do Logótipo da Union Fenosa

http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/12512990/235 - Fotografia do globo Terrestre reflectido numa lâmpada apagada 
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Pedro Abrantes (NAMB)